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Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026 e lista formas de prevenção

Brasil registra 88 casos confirmados de Mpox em 2026, maioria em São Paulo; quadros leves a moderados e sem óbitos até o momento

FILE PHOTO: Christian Musema, a laboratory nurse, takes a sample from a child declared a suspected case of Mpox at the treatment centre in Munigi, following Mpox cases in Nyiragongo territory near Goma, North Kivu province, Democratic Republic of the Congo July 19, 2024. Reuters/Arlette Bashizi/Proibida reprodução
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  • Brasil tem 88 casos confirmados de Mpox em 2026, com a maioria em São Paulo (62 casos); RJ tem 15, Rondônia 4, Minas Gerais 3, Rio Grande do Sul 2, Paraná 1 e Distrito Federal 1.
  • Os quadros são leves a moderados; não há óbitos até o momento. Em 2025 foram registrados 1.079 casos e 2 mortes no país.
  • Mpox é transmitida por contato próximo com lesões, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas; a erupção cutânea é o sintoma mais comum.
  • O período de incubação costuma ser de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21; o diagnóstico é feito por exame laboratorial e exige isolamento até confirmação.
  • O tratamento foca em alívio de sintomas e prevenção de complicações; não há medicamento específico, e recomenda-se higiene e uso de equipamentos de proteção ao contato com casos suspeitos.
  • Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde aponta 50 casos no estado, com 31 na capital; diferentes cidades também registram ocorrências.

O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox em 2026, concentrados principalmente no estado de São Paulo, com 62 ocorrências desde janeiro. Rio de Janeiro tem 15 casos; outros estados somam 9 casos. Não houve óbitos até o momento. Dados são do Ministério da Saúde.

A maioria dos quadros é leve a moderado. Em 2025, foram registrados 1.079 casos e 2 mortes no país. O monitoramento segue para entender a evolução da doença e orientar medidas de prevenção e tratamento.

O que é Mpox e como se manifesta

A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox. O principal sintoma é a erupção cutânea com bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. Outros sinais incluem febre, dor de cabeça e dor muscular.

Transmissão e cuidados necessários

O vírus se transmite por contato próximo com lesões, fluidos corporais ou mucosas de pessoas infectadas. Circulação ocorre via pele a pele, contato sexual, gotículas ou aerossóis de curto alcance. Objetos contaminados também podem transmitir a doença.

Período de incubação e diagnóstico

O intervalo entre o contato e o aparecimento dos sintomas varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. O diagnóstico é confirmado por exame laboratorial, após avaliação clínica e diferencial com outras infecções de pele.

Isolamento e higiene

Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer isoladas até o término do período de transmissão. Não compartilhar itens pessoais como toalhas, roupas, utensílios ou roupas de cama. Higiene das mãos e limpeza de superfícies são essenciais.

Tratamento e prevenção

O tratamento foca no alívio dos sintomas, manejo de complicações e prevenção de sequelas. Não há medicamento específico aprovado para Mpox; a internação é necessária apenas em casos graves. Prevenção envolve evitar contatos diretos com casos e usar proteção adequada quando necessário.

Dados específicos de São Paulo

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo aponta 50 casos no estado, com a capital registrando 31. Outras cidades como Campinas e Guarulhos também apresentam ocorrências. Comparativamente, o ano anterior registrou 126 casos nos dois primeiros meses.

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