- Uma família de quatro castores foi solta no rio West Glen, em Lincolnshire, próximo a Grantham, para viver em um dos maiores cercados de castores da Inglaterra.
- O recinto tem cerca de 200 hectares e inclui 20.000 pés de cerca perimetral e abrigos feitos por voluntários da comunidade, como parte de um projeto de restauração.
- A iniciativa faz parte de um plano de trinta anos da empresa de recuperação ambiental Nattergal para devolver ao rio um curso mais natural, após décadas de desvio e aprofundamento para drenagem agrícola.
- Os organizadores afirmam que os castores podem limpar a água, criar habitats para aves e morcegos e, a longo prazo, auxiliar no controle de enchentes ribeirinhas.
- Os animais, trazidos da Escócia pela Beaver Trust, devem permitir visitas guiadas ao enclosado ainda em 2026, com oportunidades limitadas de avistar os animais durante o dia.
Um grupo de quatro lontras? Não, de castores foi liberado no rio West Glen, próximo a Grantham, em Lincolnshire. A ação faz parte de um projeto de restauração ambiental, visando devolver ao curso natural do rio características perdidas ao longo de décadas.
Os animais integram uma “enxurrada” de lonas de restauração liderada pela organização Nattergal, responsável pelo site. A liberação ocorre dentro de uma área de cerca de 200 hectares, com cerca de 6 mil metros de cerca perimetral e abrigos criados com a participação de voluntários locais.
A iniciativa é parte de um projeto de 30 anos para devolver aos bosques e pântanos locais condições que favoreçam a fauna. Autoridades locais dizem que os castores podem reconectar áreas degradadas ao longo do West Glen.
O grupo foi trazido da Escócia pela Beaver Trust, que avaliou o terreno para confirmar a viabilidade do novo lar. Especialistas destacam que o habitat inclui lagoas profundas e diversas estruturas, favorecendo a diversificação de espécies.
Segundo a organização, as atividades de vigilância e monitoramento devem continuar, com visitas guiadas programadas para 2026. As visitas familiares ocorrerão durante as férias escolares, quando possível observar os comportamentos de construção de represas.
A expectativa é de que a presença dos castores ajude a filtrar a água, criar habitats para aves e morcegos e reduzir inundações em áreas ribeirinhas, beneficiando o ecossistema e a comunidade local.
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