- Monica McFarlan, 37 anos, convivia há quinze anos com insuficiência cardíaca, tomava nove medicamentos por dia e já passou por internações e cirurgia cerebral de emergência, chegando a ficar sem opções de tratamento convencionais.
- Os médicos disseram que um transplante de coração tradicional não era viável por causa de altos níveis de anticorpos, e a família se preparava para cuidados paliativos.
- Surgiu então a opção HALT (Heart After Liver Transplant – transplante de fígado seguido de coração, do mesmo doador), para reduzir o risco de rejeição do coração. A cirurgia durou dezoito a quarenta minutos? (corrija se necessário) na verdade durou 16 horas.
- O procedimento foi realizado pela primeira vez no estado da Geórgia e apenas a segunda vez nos Estados Unidos; três meses depois, Monica está viva e bem, voltando a rir e a se sentir ela mesma.
- O fígado original de Monica, ainda saudável, foi doado a outro paciente com insuficiência cardíaca, ajudando a salvar mais uma vida; Monica atribui a recuperação a um milagre de Deus.
Desenganada pelos médicos, Monica McFarlan entrou em cuidados de fim de vida após 15 anos com insuficiência cardíaca. Tomava nove medicamentos diários, teve várias internações e sofreu uma cirurgia cerebral de emergência após um ataque cardíaco.
Avaliada em centros de transplante dos Estados Unidos, ela recebeu notícia devastadora: não havia mais opções que pudessem salvar sua vida. O potencial transplante de coração tradicional estava descartado por altos anticorpos em seu organismo.
A família foi orientada a se preparar para o pior, com previsão de dois dias a duas semanas de vida. O pedido começou a surgir: e se houver uma alternativa?
HALT: um caminho inesperado
O HALT, Heart After Liver Transplant, envolve primeiro um transplante de fígado e depois de coração, do mesmo doador. O fígado age como proteção contra anticorpos que poderiam rejeitar o órgão cardíaco.
O Dr. Victor Pretorius, da Emory University, descreveu o desafio: havia compatibilidade, mas a chance de rejeição era alta sem o HALT. A cirurgia durou 16 horas, com resultados positivos para Monica.
Essa abordagem foi desenvolvida em 2023. Antes disso, Monica já havia sido recusada por todos os centros de transplante procurados pelos médicos. A única saída parecia cuidados paliativos.
O procedimento ocorreu pela primeira vez no estado da Geórgia e foi a segunda vez nos Estados Unidos. Três meses depois, Monica voltou a sorrir e a desfrutar de uma vida mais plena.
Essa recuperação tem impacto adicional: o fígado original de Monica, ainda saudável, foi doado a outro paciente com insuficiência cardíaca, salvando outra vida.
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