- O ministro Alexandre Padilha afirmou que a saúde da mulher é prioridade absoluta do Ministério da Saúde, com ações como novos métodos contraceptivos, ampliar o pré-natal, prevenção ao câncer e suporte a mulheres vítimas de violência, incluindo teleatendimento em saúde mental e rede de dentição no SUS.
- Em 2025, entrou em funcionamento o programa Agora Tem Especialistas, expandindo o cuidado e acesso à saúde especializada no SUS e reduzindo o tempo de espera para consultas, exames e cirurgias, com destaque para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero.
- Quatro carretas da saúde da mulher percorreram todos os estados oferecendo consultas, exames e cirurgias, incluindo mamografia, ultrassonografia pélvica e transvaginal e biópsias.
- Em 2025, foram realizadas três milhões de mamografias bilaterais de rastreamento, com mais de noventa por cento das mulheres relatando ter feito o exame; o SUS passou a oferecer o Trastuzumabe Entansina para câncer de mama HER2-positivo, com investimento de trezentos milhões de reais e atendimento integral na rede pública.
- Também houve ampliação da mamografia para mulheres a partir dos quarenta anos, implementação do teste de DNA-HPV no rastreamento do câncer de colo do útero, vacinação contra HPV com prorrogação do resgate vacinal até o primeiro semestre de 2026 para jovens de quinze a dezenove anos.
Desde o início da atual gestão, o Ministério da Saúde tem fortalecido políticas públicas voltadas à saúde da mulher. As ações incluem novos métodos contraceptivos, maior cobertura do pré-natal e estratégias de prevenção ao câncer e condições crônicas.
A pasta ampliou ações para mulheres vítimas de violência, com teleatendimento em saúde mental, reconstrução dentária no SUS e incorporação do CID de feminicídio para qualificação de dados e políticas públicas.
Em 2025, o ministério lançou o programa Agora Tem Especialistas (SAES) para ampliar cuidado e acesso à saúde especializada no SUS. A iniciativa reduz filas para consultas, exames e cirurgias, com ganhos na detecção precoce de câncer de mama e de colo do útero.
No ano passado, quatro carretas de saúde da mulher percorreram todos os estados, oferecendo consultas, exames e cirurgias. Entre os procedimentos, destacaram-se mamografias, ultrassonografias pélvica e transvaginal e biópsias.
Prevenção e cuidado do câncer
Em 2025 ocorreram 3 milhões de mamografias bilaterais de rastreamento. Segundo o Vigitel, mais de 90% das mulheres relataram ter feito o exame. O SUS passou a incorporar Trastuzumabe Entansina, aumentando a cobertura de pacientes com câncer HER2-positivo.
O governo ampliou a oferta de mamografias a partir dos 40 anos, sem necessidade de sintomas ou histórico familiar. Também iniciou o teste de DNA-HPV, para o rastreamento organizado do câncer de colo do útero no SUS, com coleta no Brasil para mulheres de 25 a 64 anos.
A vacinação contra HPV foi reforçada, com prorrogação do resgate vacinal até o primeiro semestre de 2026 para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade indicada.
Saúde sexual e reprodutiva
Entre as inovações de 2025 está o implante subdérmico de etonogestrel (Implanon) pelo SUS. Em seis meses, 500 mil unidades foram distribuídas, com previsão de 1,8 milhão até o fim do ano. Mais de 2 mil profissionais foram capacitados para orientar e acompanhar o uso.
Além do Implanon, o SUS oferece preservativos, DIU de cobre, anticoncepcionais, injetáveis, laqueadura, e vasectomia. O tratamento da endometriose ganhou o DIU-LNG e o desogestrel, ampliando opções hormonais.
O programa Dignidade Menstrual beneficiou mais de 3,7 milhões de mulheres, com a distribuição de 392 milhões de absorventes. Também houve avanço no acesso a insumos nas UBS e na consulta do Programa Pé-de-Meia.
Saúde materna, fetal e infantil
A Rede Alyne, principal estratégia para reduzir a mortalidade materna, teve o crédito para exames de pré-natal triplicado, de R$ 55 para R$ 144 por gestante, com avaliação de até 20 semanas. Cerca de R$ 117 milhões foram destinados a municípios para testes rápidos e outros exames.
Foi criado um ambulatório de gestação e puerpério de alto risco, com custeio anual de R$ 1,2 milhão. Também houve melhoria de indicadores de cofinanciamento, qualificação de cursos e ampliação da suplementação de cálcio na Atenção Primária.
Para 2026, a previsão é ampliar as Carretas do Agora Tem Especialistas para 150 unidades móveis. O Novo PAC Saúde prevê 36 maternidades e 31 centros de parto normal, fortalecendo cuidado humanizado a gestantes, puérperas e recém-nascidos.
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