- Emma Heming lançou a Emma & Bruce Willis Fund for Dementia Research and Caregiver Support, uma nova organização dedicada à pesquisa de demência e ao suporte a cuidadores.
- A divulgação ocorreu durante a entrega do Susan Newhouse & Si Newhouse Award of Hope na Hope Rising Benefit, em Nova York.
- A fundação busca aprofundar a compreensão sobre demência frontotemporal e assegurar que as famílias sejam vistas, apoiadas e menos isoladas.
- Bruce Willis, setenta anos, foi diagnosticado com demência frontotemporal em dois mil e vinte e três, segundo a reportagem.
- Heming afirmou que ele vive em uma casa separada, com cuidado em tempo integral, conforme o progresso da doença.
Emma Heming lançou uma nova instituição voltada a pesquisa sobre demência e apoio a cuidadores, em meio à batalha de Bruce Willis contra a doença. A fundação Emma & Bruce Willis Fund for Dementia Research and Caregiver Support foi anunciada durante o Hope Rising Benefit, em Nova York, onde Heming recebeu o Prêmio Susan Newhouse & Si Newhouse de Esperança.
A iniciativa busca ampliar a compreensão sobre a demência frontotemporal (DFT) e oferecer suporte a famílias que enfrentam o diagnóstico. A fundação pretende financiar pesquisas promissoras e ampliar a rede de amparo aos cuidadores, que assumem papel central no manejo diário.
Willis, 70 anos, foi diagnosticado com demência frontotemporal em 2023. A doença afeta linguagem, comportamento e mobilidade, e não há cura conhecida. Heming afirma que o objetivo é tornar o tema mais visível e apoiar quem convive com a condição.
Segundo a fundadora, a entidade atua para que famílias afetadas se sintam acolhidas e menos isoladas, acompanhando o avanço da doença e promovendo informações confiáveis. A iniciativa também pretende mobilizar recursos para estudos clínicos.
Heming, que se casou com Willis em 2009, tornou-se cuidadora principal após o diagnóstico. O ator vive em uma casa separada, com cuidado em tempo integral, conforme revelado pela família ao longo dos anos.
A atriz enfatiza a importância de apoiar tanto a pesquisa quanto os cuidadores, destacando que a empatia e o acesso a informações são pilares da luta contra a DFT. A fundação já está engajada em ações de conscientização e captação de recursos.
Entre na conversa da comunidade