- Na China, bolhas infláveis cobrem canteiros de obras para reduzir poeira e ruídos, com diminuição estimada entre oitenta e noventa por cento.
- As estruturas podem chegar a cinquenta metros de altura e ocupar até vinte mil metros quadrados.
- Em Pequim, uma bolha está sendo usada na construção de uma livraria na rua Wangfujing, ajudando a manter o turismo com menos impacto sonoro e de sujeira.
- Trabalhadores ficam dentro das estruturas, que contam com sensores de pressão e temperatura e sistemas de ventilação; surgem questionamentos sobre as condições de trabalho.
- Os domos também protegem o canteiro contra chuva, vento e neve, alinhados a diretrizes do governo para tornar a construção civil mais sustentável até 2030.
As grandes estruturas em forma de bolha que cobrem canteiros de obras surgem em cidades da China para reduzir poeira e barulho. Esses domos infláveis podem atingir até 50 metros de altura e cobrir áreas de cerca de 20 mil m².
Relatos locais indicam que a medida diminui a poluição física entre 80% e 90%, protegendo a vizinhança e facilitando o turismo próximo a obras em andamento. O uso é de larga escala no país.
Na capital, Pequim, uma bolha está em uso na construção de uma livraria na rua Wangfujing. A cobertura favorece a continuidade de atividades turísticas sem grande influência de ruídos ou sujeira da obra.
As bolhas contam com sensores de pressão e temperatura, além de sistemas de ventilação que reduzem a concentração de poeira dentro do espaço. Trabalhadores recebem monitoramento contínuo das condições de segurança.
Outro ganho é a proteção do canteiro contra mau tempo, como chuva e vento. A tecnologia integra diretrizes governamentais para tornar a construção civil mais sustentável até 2030.
Impacto ambiental
Dados preliminares sugerem redução de impactos sonoros e de poeira aos moradores próximos. A solução também diminui interrupções nas atividades comerciais e turísticas da área.
Operação e segurança
Especialistas destacam a importância de monitoramento constante e manutenção dos sistemas internos. Sensores ajudam a ajustar ventilação e a prevenir acumulação de poeira no interior.
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