Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Transformação após restauração do fundo marinho protegido

Cinco anos após a proibição de arrasto de fundo, há recuperação de kelp, aumento de peixes de interesse comercial e bancos de mexilhões, segundo o Sussex Kelp Recovery Project

Kelp recovery coordinator George Short said the project had received reports from local fishers and local free-divers
0:00
Carregando...
0:00
  • Um projeto de recuperação de kelpa na costa de Sussex relata aumento da presença de black sea bream e de “beds” de mexilhões, cinco anos após a proibição da pesca com arrasto no fundo.
  • A proteção foi criada em 2021, por meio de uma byelaw que protegeu uma área de 117 milhas quadradas (302 mil km²) entre Shoreham e Selsey, no oeste de Sussex.
  • Vídeos de monitoramento mostraram 92 espécies na área e indicam que os recifes de kelpa oferecem proteção contra tempestades e erosão, além de sustentar pescarias sustentáveis.
  • A partir de dados do projeto, marinho, a recuperação ocorre em meio a mudanças ambientais, com especial atenção aos locais de nidificação de peixes na margem do assoalho.
  • A Autoridade de Pesca costeira de Sussex (IFCA) afirmou que a fiscalização da byelaw tem mostrado cumprimento “muito bom” e que os relatos de pescadores e mergulhadores contribuíram para a pesquisa.

A conservation project em West Sussex registra aumento de dourados-negros e de bancos de mexilhões desde a proibição da pesca com arrasto de fundo, há cinco anos. O Sussex Kelp Recovery Project (SKRP) aponta mudanças sob as ondas e uma transformação silenciosa, segundo seus coordenadores.

A área protegida pela byelaw de 2021 ocupa 117 milhas quadradas (302 km²) entre Shoreham e Selsey. O objetivo é favorecer habitats como o kelp e a fauna associada, com fiscalização da Sussex IFCA. Houve relatos de cumprimento elevado da norma.

Resultados observados mostram bancos de mexilhões com extensão superior a 1 km e aumento de dourados-negros, espécie sensível ao arrasto, cuja nidificação ocorre no fundo. Vídeos de monitoramento indicam 92 espécies em uma única gravação.

Resultados observados

Relatos de pescadores locais e mergulhadores independentes alimentaram o acompanhamento do projeto. As imagens submarinas reforçam a ideia de restauração de habitats que ajudam na proteção contra tempestades e na pesca sustentável.

Especialista da Queen Mary University of London ressalta que o processo de rewilding é gradual, mas observa sinais promissores de espécies comercialmente importantes como o dourado-negro, com evidências vindas de monitoramento subaquático.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais