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Dente do siso: por que algumas pessoas não o têm

Ausência de dentes do siso ocorre em cerca de vinte a vinte e cinco por cento das pessoas, resultado da evolução humana e da redução do espaço na mandíbula

Dente do siso: por que algumas pessoas não têm?
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  • O dente do siso, ou terceiro molar, é o último a nascer, geralmente entre os 17 e os 25 anos, e há quatro deles na boca.
  • Cerca de 20% a 25% das pessoas não desenvolvem um ou mais sisos, conforme estudos da Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo.
  • Muitas pessoas não têm espaço suficiente na arcada para os sisos nascerem corretamente, o que pode impedir o desenvolvimento ou fazer com que nasçam inclinados.
  • Quando o siso cresce de forma incorreta ou fica preso no osso, aumenta o risco de dor, inflamação e infecções.
  • A mandíbula ficou menor ao longo da evolução; às vezes o siso existe mas não rompe a gengiva ou dificulta a higiene, sendo necessária extração apenas se ele causar dor ou representar risco aos outros dentes.

O dente do siso, ou terceiro molar, é o último a nascer, geralmente entre 17 e 25 anos. Em cerca de 20% a 25% das pessoas, um ou mais sisos não se desenvolvem, indicando que a ausência é uma variação natural.

A falta de espaço na arcada é a principal razão. Como a mandíbula encolheu ao longo das gerações, muitos sisos não nascem ou não se desenvolvem plenamente, o que pode impedir o nascimento do dente.

Quando o siso cresce de modo inadequado, pode inclinar, ficar preso dentro do osso ou não romper a gengiva, elevando o risco de dor, inflamação e infecções.

A evolução humana explica parte das complicações. Alimentação mais macia reduziu a exigência mastigatória, mas o número de dentes não acompanhou essa mudança, gerando casos com siso ausente ou mal posicionado.

Mesmo com presença do dente, a higiene pode ficar comprometida se ele nasceu em posição difícil, contribuindo para cáries e danos aos dentes vizinhos.

Nem todo siso precisa ser removido. Quando está mal posicionado ou oferece risco aos demais dentes, a extração pode ser a melhor opção; já quem não tem o dente costuma evitar complicações frequentes em consultório.

A notícia foi elaborada por Daniela Begas, com base em estudos da área odontológica. A orientação para pacientes é buscar avaliação com profissional de saúde bucal para esclarecer necessidade de monitoramento ou intervenção.

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