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Tartaruga Kemp’s Ridley de três membros é monitorada por satélite

Tartaruga marinha Kemp’s ridley amputada é monitorada no mar por satélite para entender sobrevivência, mergulho e migração após a reabilitação

Banner image: A rehabilitated adult female Kemp’s ridley sea turtle crawls toward the ocean during a release in Juno Beach, Fla. on Wednesday, March 25, 2026. (AP Photo/Cody Jackson)
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  • Amelie, uma tartaruga-da-américa de Kemp’s ridley, teve a provável amputação da garra dianteira direita após ataque de predador e foi devolvida ao mar na última quarta, em Juno Beach, Flórida.
  • O lançamento foi feito pela equipe veterinária do Loggerhead Marinelife Center, em parceria com o Smithsonian Conservation Biology Institute, para acompanhar a sobrevivência no ambiente natural.
  • Amelie foi resgatada sete semanas antes pela Inwater Research Group, passou por cirurgia de limpeza da ferida e tratamento de pneumonia, e recebeu um dispositivo de rastreamento fixado no casco.
  • Ultrassom indicou que Amelie está desenvolvendo ovos, acrescentando motivo para os pesquisadores acompanharem seus movimentos.
  • O projeto rastreia tartarugas amputadas, incluindo Pyari, que já percorreu quase setecentos milhas desde o início do monitoramento em janeiro, para entender mergulho, migração e adaptação no oceano.

A equipe veterinária do Loggerhead Marinelife Center, na Flórida, utiliza tecnologia de satélite para monitorar tartarugas marinhas amputadas. O projeto, em parceria com o Smithsonian Conservation Biology Institute, visa entender a sobrevivência em liberdade após a perda de membros.

Amelie, uma tartaruga Kemp’s ridley com a right forelimb amputada, foi devolvida ao oceano na praia de Juno Beach, nesta quarta-feira, após tratamento médico e cirurgia de limpeza da ferida. A soltura ocorreu diante de curiosos que acompanharam o momento.

A tartaruga foi resgatada pela Inwater Research Group, em Port St. Lucie, sete semanas antes, e recebeu tratamento para pneumonia. Depois de estabilizada, foi fixado um dispositivo de rastreamento em seu casco para monitorar deslocamentos.

Rastreamento e dados clínicos

Ultrassom revelou que Amelie está desenvolvendo ovos, fornecendo novos dados para a pesquisa. O estudo busca entender padrões de mergulho e migração das vítimas amputadas na vida selvagem.

As tartarugas amputadas sob monitoramento já incluem Pyari, uma três-limbed, que percorreu quase 700 milhas desde a soltura em janeiro. O objetivo é comprovar a viabilidade de retorno ao ambiente natural.

Os colares de satélite possuem interruptor de água salgada, que aciona a transmissão quando a tartaruga sobe à superfície para respirar. A localização fica disponível online com atraso de 24 horas.

Os pesquisadores destacam que o retorno ao mar é um indicador importante da recuperação. Enquanto isso, o projeto continua acompanhando as tartarugas em busca de padrões de habitat e migração.

As informações são apuradas pela equipe do Loggerhead e pela direção de pesquisa do Smithsonian, com apoio de instituições locais. O objetivo é entender melhor a vida pós-amputação no oceano.

Fonte: Associated Press.

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