- Amelie, uma tartaruga-da-américa de Kemp’s ridley, teve a provável amputação da garra dianteira direita após ataque de predador e foi devolvida ao mar na última quarta, em Juno Beach, Flórida.
- O lançamento foi feito pela equipe veterinária do Loggerhead Marinelife Center, em parceria com o Smithsonian Conservation Biology Institute, para acompanhar a sobrevivência no ambiente natural.
- Amelie foi resgatada sete semanas antes pela Inwater Research Group, passou por cirurgia de limpeza da ferida e tratamento de pneumonia, e recebeu um dispositivo de rastreamento fixado no casco.
- Ultrassom indicou que Amelie está desenvolvendo ovos, acrescentando motivo para os pesquisadores acompanharem seus movimentos.
- O projeto rastreia tartarugas amputadas, incluindo Pyari, que já percorreu quase setecentos milhas desde o início do monitoramento em janeiro, para entender mergulho, migração e adaptação no oceano.
A equipe veterinária do Loggerhead Marinelife Center, na Flórida, utiliza tecnologia de satélite para monitorar tartarugas marinhas amputadas. O projeto, em parceria com o Smithsonian Conservation Biology Institute, visa entender a sobrevivência em liberdade após a perda de membros.
Amelie, uma tartaruga Kemp’s ridley com a right forelimb amputada, foi devolvida ao oceano na praia de Juno Beach, nesta quarta-feira, após tratamento médico e cirurgia de limpeza da ferida. A soltura ocorreu diante de curiosos que acompanharam o momento.
A tartaruga foi resgatada pela Inwater Research Group, em Port St. Lucie, sete semanas antes, e recebeu tratamento para pneumonia. Depois de estabilizada, foi fixado um dispositivo de rastreamento em seu casco para monitorar deslocamentos.
Rastreamento e dados clínicos
Ultrassom revelou que Amelie está desenvolvendo ovos, fornecendo novos dados para a pesquisa. O estudo busca entender padrões de mergulho e migração das vítimas amputadas na vida selvagem.
As tartarugas amputadas sob monitoramento já incluem Pyari, uma três-limbed, que percorreu quase 700 milhas desde a soltura em janeiro. O objetivo é comprovar a viabilidade de retorno ao ambiente natural.
Os colares de satélite possuem interruptor de água salgada, que aciona a transmissão quando a tartaruga sobe à superfície para respirar. A localização fica disponível online com atraso de 24 horas.
Os pesquisadores destacam que o retorno ao mar é um indicador importante da recuperação. Enquanto isso, o projeto continua acompanhando as tartarugas em busca de padrões de habitat e migração.
As informações são apuradas pela equipe do Loggerhead e pela direção de pesquisa do Smithsonian, com apoio de instituições locais. O objetivo é entender melhor a vida pós-amputação no oceano.
Fonte: Associated Press.
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