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Influenciadora Rita Ephrem morre aos 31 anos

Influenciadora Rita Ephrem morre aos 31 anos; doença autoinflamatória ultrarrara não catalogada e imunodeficiência agravam riscos de infecções

A influenciadora Rita Ephrem relatava o dia a dia com várias doenças
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  • A influenciadora Rita Ephrem, conhecida como Ritinha, morreu aos 31 anos na noite de quinta-feira (26).
  • Ela enfrentava uma doença autoinflamatória ultrarrara ainda não catalogada pelos médicos, associada a imunodeficiência (imunodeficiência comum variável) que afeta o sistema imune.
  • Nos últimos anos, Ritinha ficou longos períodos internada, enfrentando AVCs, tromboses, infecções, mais de vinte intubações e cinco paradas cardíacas.
  • Nascida em Belo Horizonte, ela viveu no Líbano durante a infância, estudou engenharia mecatrônica e atuou como atleta de futsal pela seleção libanesa. O diagnóstico chegou aos 25, em São Paulo, após exames genéticos.
  • Ela usava as redes para compartilhar a história e criou uma campanha de conscientização sobre a doença; amiga próxima manifestou despedida emocionada.

Rita Ephrem, conhecida online como Ritinha, morreu na noite passada, aos 31 anos. A influenciadora lutava há anos contra uma doença autoinflamatória ultrarrara ainda não catalogada.

Ao longo dos últimos meses, ela enfrentou imunodeficiência que compromete o funcionamento do sistema imune. A condição, chamada imunodeficiência comum variável, reduz a produção de anticorpos e dificulta respostas a infecções.

A notícia da perda foi anunciada pela equipe de produção de conteúdo com a Ritinha, destacando o perfil gentil, generoso e criativo da influencer.

Rita nasceu em Belo Horizonte e se mudou ainda criança para o Líbano, país de origem dos seus pais. Na adolescência, estudou engenharia mecatrônica e atuou como atleta de futsal pela seleção libanesa em competições da região.

O diagnóstico da doença ultrarrara veio anos depois, quando a jovem se mudou para São Paulo para realizar exames genéticos. Aos 25 anos, passou a depender de cuidados médicos constantes.

Nos últimos anos, ela ficou longos períodos internada, enfrentou vários AVCs, dezenas de tromboses, infecções generalizadas, mais de 20 intubações e cinco paradas cardíacas.

Para manter a conexão com o público, Rita utilizou as redes sociais durante o tratamento, formando uma rede de apoio e promovendo uma campanha de conscientização sobre a enfermidade.

A equipe de produção reforça o tributo à influenciadora pela contribuição e pela luta que inspirou seguidores e pacientes em situação similar.

Publicado por Luiza Zequim, sob supervisão de Ana Beatriz Dias, CNN Brasil.

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