- Estudo conjunto com raios X, óptico e infravermelho, usando Chandra, XMM-Newton e eROSITA, aponta que buracos negros supermassivos desaceleram o consumo de matéria devido à escassez de gás frio.
- Avaliaram cerca de 1,3 milhão de galáxias e 8.000 buracos negros em crescimento, com uma abordagem em camadas para observar desde os mais brilhantes até os mais tênues.
- Observações em raios X detectam a atividade e o consumo de matéria; dados ópticos e infravermelhos ajudam a estimar massas e diferenciar brilho relacionado à taxa de crescimento.
- O meio-dia cósmico ocorreu há aproximadamente dez bilhões de anos, quando os buracos negros crescendo rápido; desde então houve queda na alimentação por causa do gás frio.
- Buracos negros mais massivos geram emisões de raios X mais intensas, o que exigiu correção para separar efeito de massa e eficiência; a tendência de desaceleração deve continuar, contribuindo para entender a evolução das galáxias.
O estudo revela que os buracos negros supermassivos estão desacelerando seu crescimento devido à escassez de gás frio disponível no universo. As observações combinadas envolvem raios X, óptico e infravermelho, integradas a dados de Chandra, XMM-Newton e eROSITA. A pesquisa foi publicada no The Astrophysical Journal.
A análise abrangeu cerca de 1,3 milhão de galáxias e 8.000 buracos negros em crescimento, empregando uma abordagem de levantamento em camadas para abranger desde os objetos mais brilhantes até os mais tênues e distantes. O objetivo foi entender a evolução de longo prazo desses gigantes cósmicos.
Método e dados
Observações de raios X captam o consumo de matéria e a atividade energética dos buracos negros. Dados ópticos e infravermelhos ajudam a estimar massas e a diferenciar brilho da eficiência de crescimento. A combinação de múltiplos telescópios oferece uma visão integrada da evolução ao longo de bilhões de anos.
Implicações para a evolução das galáxias
A queda na taxa de alimentação sugere um ajuste na dinâmica de acúmulo de material, influenciando a evolução das galáxias. Entender a disponibilidade de gás frio ajuda a modelar como a matéria é distribuída e consumida em escalas cósmicas, impactando cenários de formação de estruturas no universo.
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