- A Anvisa cancelou o registro de quinhentos produtos usados em unhas de gel por risco de câncer.
- Substâncias potencialmente cancerígenas identificadas foram o TPO (Toluene-2,4-diisocianato) e o DMPT (Dimetilpentano-2,4-diol).
- Itens atingidos incluem esmaltes em gel, produtos para unhas artificiais e itens relacionados à estética das unhas.
- Consumidores devem verificar a composição dos produtos e descartar aqueles que contiverem TPO ou DMPT; é recomendado procurar profissionais qualificados e usar itens certificados.
- A ação faz parte de fiscalização contínua de produtos de beleza, com monitoramento e análises periódicas para identificar novos riscos à saúde pública.
A Anvisa anunciou na segunda-feira 30 de março de 2026 a suspensão do registro de 500 produtos usados em unhas de gel. A decisão ocorreu após análises apontarem a presença de substâncias potencialmente cancerígenas. A medida proíbe a venda e o uso desses itens no Brasil.
Entre os itens atingidos estão esmaltes em gel e produtos para unhas artificiais. Segundo a agência, os componentes TPO (Toluene-2,4-diisocianato) e DMPT (Dimetilpentano-2,4-diol) são considerados de risco à saúde, com associação a câncer de pele e outros efeitos.
Consumidores devem verificar a composição dos produtos adquiridos e descartar os que contêm as substâncias proibidas. A Anvisa orienta buscar profissionais qualificados e utilizar apenas itens certificados por órgãos reguladores.
Substâncias sob vigilância
A medida integra uma ação ampla de fiscalização de produtos de beleza e estética, voltada a garantir a segurança da população. A agência também informou que continuará monitorando o mercado e promovendo análises periódicas.
A Anvisa afirmou que manterá contato com setores regulados e disponibilizará informações atualizadas sobre produtos aprovados e substitutos seguros. A orientação é priorizar itens com certificação de conformidade.
Fiscalização e próximos passos
A agência reforça que seguirá avaliando novas denúncias e recolhendo dados de inspeções para evitar riscos à saúde pública. Profissionais da área devem manter-se informados sobre mudanças regulatórias e normas técnicas aplicáveis.
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