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Missão Artemis II: tempo estimado para chegar à Lua

Artemis II levará quatro astronautas em uma viagem de dez dias até a vizinhança lunar, com retorno livre e pouso de teste no Oceano Pacífico

Fotografia da Lua cheia é vista atrás do foguete Artemis II SLS (Space Launch System) da NASA e da espaçonave Orion, posicionados sobre uma plataforma de lançamento móvel no Complexo de Lançamento 39B, no domingo, 1º de fevereiro de 2026, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
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  • A missão Artemis II da NASA terá duração de dez dias e levará quatro astronautas a bordo da nave Orion, em um sobrevoo próximo à Lua sem pouso.
  • O lançamento está marcado para 1º de abril de 2026, às 19h23, no Kennedy Space Center, na Flórida.
  • O espaço será iniciado pelo foguete Space Launch System, que coloca a Orion em órbita ao redor da Terra, alcançando 12 quilômetros de altitude em 1 minuto e 11 segundos.
  • Entre o 2º e o 5º dia, ocorre a Injeção Trans-Lunar e o cruzeiro, com monitoramento de oxigênio, temperatura e comunicação antes do encontro com a Lua.
  • No sétimo ao décimo dia, a Orion realiza o retorno: passa por trás da face oculta da Lua a cerca de 10.300 quilômetros de altitude, usa trajetória de retorno livre e pousa no Oceano Pacífico.

A missão Artemis II da Nasa deverá levar quatro astronautas para a vizinhança da Lua em uma viagem de dez dias, sem pouso na superfície. O lançamento está marcado para 1º de abril de 2026, às 19h23, no Kennedy Space Center, na Flórida. O objetivo é testar a trajetória humana rumo a futuras missões tripuladas, inclusive a exploração de Marte.

A nave Orion conduzirá o trajeto, mas não pousará na Lua. O deslocamento começa com o lançamento do Space Launch System, o foguete mais potente em uso hoje, que impulsiona a Orion para a órbita inicial ao redor da Terra.

Em até 1 minuto e 11 segundos, a Orion alcança cerca de 12 quilômetros de altitude. Em seguida, a nave separa-se dos propulsores e do estágio central, que caem no oceano. Os primeiros 24 horas mantêm a cápsula em uma órbita elíptica alta para checagens de sistemas.

Com a confirmação de prontidão, ocorre a Injeção Trans-Lunar, que utiliza o estágio superior para escapar da gravidade terrestre e seguir rumo ao satélite natural. Entre o segundo e o quinto dia, a tripulação faz o cruzeiro, monitorando integridade, oxigênio, temperatura e comunicação.

O sexto dia marca a aproximação mais significativa. A Orion adotará uma trajetória de retorno livre, passando por trás da Lua a cerca de 10.300 quilômetros da superfície, usando a gravidade lunar para redirecionar a nave de volta à Terra.

Ao longo dos últimos quatro dias, a viagem de volta acelera pela atração do planeta, atingindo velocidades próximas a 40 mil quilômetros por hora. O aquecimento atmosférico no retorno é gerido pelo escudo térmico e pela passagem pela ionização da atmosfera.

Retorno e conclusão da missão

Apenar na camada superior, o atrito transforma energia cinética em plasma. Após a abertura dos paraquedas, o pouso ocorre no Oceano Pacífico, marcando o encerramento do teste que pavimenta o caminho para futuros pousos humanos no polo sul lunar.

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