- Experts interromperam os esforços de resgate de uma baleia-jubarte que está em águas rasas da região costeira alemã, com as chances de sobrevivência consideradas muito baixas.
- A baleia, com 13,5 metros, ficou presa na costa do mar Báltico por mais de uma semana, tendo sido avistada pela primeira vez em 23 de março, perto de Lübeck.
- Mesmo após conseguir se libertar, a baleia ficou presa novamente em áreas próximas a Wismar, apresentando fraqueza acentuada e respiração irregular.
- Os especialistas consideram que as chances de a baleia se libertar sozinha são muito pequenas e que novas tentativas de resgate seriam cruéis aos animais.
- Foi estabelecida uma zona de exclusão de 500 metros em torno da baleia; se ela morrer, será removida para investigações sobre a causa. Não será aplicada eutanásia por ser perigoso para a baleia e para a equipe.
A equipe de especialistas encerrou nesta quarta-feira os trabalhos de resgate de uma baleia-jubarte que permanece encalhada em águas rasas na costa alemã, no Mar Báltico. O esforço de semanas não conseguiu reverter o quadro e a sobrevivência é considerada improvável.
A baleia, com 13,5 metros, foi avistada pela primeira vez em 23 de março, perto de Lübeck. Ela voltou a ficar presa diversas vezes nas proximidades de Wismar. O monitoramento mobilizou bombeiros, cientistas e a polícia marítima.
Segundo Burkard Baschek, cientista que participou das operações, as condições do animal se deterioraram: respiração irregular e pouca reação a humanos. As chances de autoajuda são consideradas muito baixas.
Till Backhaus, chefe do meio ambiente de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, afirmou que o objetivo agora é permitir que o animal tenha tranquilidade. Uma zona de exclusão de 500 metros foi estabelecida para evitar perturbações.
Autoridades disseram que não será realizada a eutanásia, por riscos para a baleia e para os envolvidos. Em caso de óbito, o animal será removido para investigações que expliquem a causa da morte.
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