- A odontologia domiciliar ganha espaço no Brasil, impulsionada pelo envelhecimento da população e por limitações de mobilidade, levando atendimento a idosos e acamados em casa.
- Especialistas dizem que a prática é eficiente e humanizada, ampliando o acesso e contribuindo para a prevenção de doenças bucais e melhoria da qualidade de vida.
- A regulamentação da atividade ocorreu em dois mil e dezoito, segundo o Conselho Federal de Odontologia, e o número de profissionais tem crescido desde então.
- O avanço tecnológico facilita procedimentos complexos no domicílio, com o uso de equipamentos portáteis e de alta precisão.
- O movimento sinaliza uma mudança de paradigma na saúde bucal, priorizando cuidado integral, inclusão e o direito a tratamento de qualidade.
A odontologia domiciliar cresce no Brasil, impulsionada pelo envelhecimento da população e pela dificuldade de mobilidade de muitos pacientes. O modelo facilita o atendimento para idosos e pessoas acamadas, que costumam ter limitações para chegar a clínicas.
Profissionais apontam que o serviço é uma opção eficiente e humanizada, permitindo tratamentos realizados no conforto do lar. Assim, aumenta o acesso e favorece a prevenção de doenças bucais, elevando a qualidade de vida.
A regulamentação da atividade ocorreu em 2018, segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO). Desde então, o número de profissionais atuando na área tem aumentado, respondendo a demandas de uma sociedade que envelhece.
O avanço é acompanhado pela tecnologia: equipamentos portáteis e de alta precisão permitem procedimentos complexos fora do consultório. Isso amplia a capacidade de atuação da odontologia domiciliar no país.
Tecnologia e acesso
A expansão reflete uma mudança de paradigma na saúde bucal, com foco no cuidado integral e nas necessidades de cada paciente. O Brasil caminha para uma assistência odontológica mais inclusiva e humanizada, preservando o direito à saúde bucal de qualidade.
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