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Pólen fica por mais tempo com estações mais longas; veja como se proteger

Pólenes com temporadas mais longas elevam alergias na Europa; medidas simples ajudam a reduzir exposição e melhorar a qualidade de vida

People sit under cherry blossoms in St James's Park, in London.
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  • A temporada de pólen está mais longa e começa mais cedo na Europa, com maior alergenicidade conforme as condições climáticas.
  • A alergia a pólen atinge cerca de 40% da população europeia, com maior impacto em áreas urbanas por poluição e estilo de vida.
  • Estudos mostram aumento nos níveis anuais de pólen e início antecipado da temporada em Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo, ligado ao aquecimento e ao CO₂.
  • Alergias por pólen podem atrapalhar sono, bem-estar mental e desempenho; pode haver duplicação de casos de alergia ao ragweed até 2050, de 33 milhões para 77 milhões.
  • Para se proteger: manter janelas fechadas durante o dia, abrir ventilação pela manhã ou no fim da tarde, tomar banho ao retornar, trocar de roupa e secar roupas dentro de casa; áreas litorâneas podem ajudar.

O risco de alergia a pólen volta a ganhar relevância com temporadas mais longas e início mais cedo. A cada primavera, árvores liberam pólen, começando por avelã e amieiro, seguidas por bétula, savine e carvalho, até as gramíneas dominarem o verão. Mulheres e homens que respiram esse material podem desenvolver inflamação ocular, nariz escorrendo e coceira.

A alergia ao pólen afeta milhões de europeus, estimando-se que cerca de 40% da população sofra com as sensibilizações. Em áreas urbanas, os índices costumam ser maiores devido à poluição e mudanças de estilo de vida. Pesquisas associam temporadas mais longas e início mais cedo ao aquecimento global, que favorece brotação precoce de plantas.

Estudos de Belgium, Países Baixos e Luxemburgo demonstraram aumento nos níveis anuais de pólen e nos picos, além de início mais precoce da temporada ao longo de 30 a 44 anos de monitoramento. Temperaturas maiores e CO2 atmosférico elevado estimulam o crescimento das plantas e a produção de pólen.

Para reduzir a exposição, recomenda-se manter as janelas fechadas em ambientes internos nos horários de maior concentração de pólen. Ventilar de manhã cedo ou no fim da tarde, ao perceber menor concentração no ar. Tomar banho e trocar de roupa ao retornar para casa ajuda a reduzir o pólen. Em atividades ao ar livre, usar óculos de proteção pode evitar que partículas entrem nos olhos.

Pesquisadores também ressaltam que áreas litorâneas costumam oferecer alívio relativo, devido à brisa do mar e menor vegetação. Nem todas as pessoas têm a mesma sensibilidade; mesmo concentrações baixas de pólen podem provocar sintomas em indivíduos mais sensíveis.

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