- A Orion chegou a 6.540 km da Lua, ponto mais próximo já alcançado por humanos desde o fim do Programa Apollo.
- Houve apagão de comunicação de aproximadamente 40 minutos, quando a Lua bloqueia sinais de rádio entre a nave e a Terra.
- A tripulação — Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen — operou de forma autônoma durante o período sem contato com Houston.
- Fenômenos observados incluem Earthset e Earthrise, além da visão da Lua em tamanho aparente similar ao de uma bola de basquete a distância de um braço.
- A manobra usa o estilingue gravitacional lunar para iniciar o retorno à Terra, validando sistemas para futuras missões tripuladas à Lua.
A nave Orion, que abriga a tripulação da Artemis 2, atingiu o ponto de maior aproximação com a Lua já registrado desde o fim do programa Apollo. A distância chegou a 6.540 km, marcando um marco histórico para a missão da Nasa.
Durante o trecho em que a Lua bloqueou a comunicação com a Terra, a Orion entrou em um apagão de rádio de cerca de 40 minutos. A tripulação operou de forma autônoma, sem contato com o controle em Houston.
A composição da missão é formada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. O contato com a Terra foi restabelecido pouco depois do crepúsculo lunar, quando o “Earthrise” ficou visível para os astronautas.
O lado oculto da Lua
O lado oculto da Lua permanece fora da visão direta da Terra por causa da rotação síncrona entre os dois corpos. A região foi alvo de observações, com registro de crateras de impacto e formações geológicas em regiões polares, relevantes para futuras etapas do programa.
A missão não realiza pouso lunar, mas valida sistemas críticos a mais de 400 mil quilômetros da Terra. Dados sobre radiação, suporte à vida e manobras de pilotagem serão usados para planejar futuras missões humanas à superfície lunar.
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