- A Cetesb abriu uma nova estação automática em Promissão para ampliar o monitoramento do rio Tietê, somando-se a Barra Bonita.
- A unidade funciona 24 horas por dia, com medições a cada 5 minutos de oxigênio dissolvido, temperatura, pH e outros parâmetros.
- O investimento foi de R$ 560 mil via Fehidro, integrando um programa de modernização que já aplicou cerca de R$ 3 milhões em unidades ao longo do rio.
- A rede de monitoramento inclui 27 pontos de coleta entre Birituba Mirim e a foz do Paraná, além de 30 afluentes acompanhados para avaliar poluição orgânica.
- A diretora de Qualidade Ambiental, Maria Helena Martins, afirma que os dados em tempo real ajudam a orientar decisões de gestão e políticas públicas.
A CETESB ampliou o monitoramento do Rio Tietê com a instalação de uma nova estação automática em Promissão, no eixo Médio e Baixo do rio. O objetivo é ampliar a cobertura geográfica e melhorar a vigilância da qualidade da água, em parceria com a Semil.
A unidade opera 24 horas por dia, medindo parâmetros como oxigênio dissolvido, temperatura e pH a cada 5 minutos. Os dados são gerados em tempo real para acompanhar variações no trecho monitorado.
O investimento foi de R$ 560 mil, via Fehidro, integrando um programa de modernização iniciado em 2023 que já soma cerca de R$ 3 milhões em unidades ao longo do Tietê, incluindo outras cidades.
A diretora de Qualidade Ambiental da CETESB aponta que o monitoramento contínuo facilita o entendimento da dinâmica do rio e ajuda na tomada de decisões de gestão, com dados em tempo real sobre o oxigênio dissolvido.
Como funciona
Cada estação possui uma sonda submersa próxima à margem, responsável por medir oxigênio dissolvido, turbidez, temperatura, pH e condutividade. Os dados são enviados à sede da CETESB, em SP, para validação técnica.
Rede de monitoramento vai além das estações
Além das estações automáticas, a CETESB mantém 27 pontos de coleta ao longo do Tietê, entre Biritiba Mirim e a foz do Paraná, para acompanhar a evolução da qualidade.
A companhia ainda monitora 30 afluentes entre Mogi das Cruzes e Barueri, avaliando a carga orgânica antes de chegar ao Tietê, reforçando o monitoramento da poluição.
Na barragem Edgar de Souza, é feita a quantificação da carga de poluição orgânica que chega ao rio após atravessar a região metropolitana.
Essa integração de dados, coletas e pontos estratégicos fortalece o acompanhamento da saúde hídrica do Tietê, segundo a CETESB.
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