- Em 2026, foram 509 casos confirmados de chikungunya no Rio de Janeiro, frente a 312 em 2025 (alta de quase 69%).
- A incidência subiu de 4,9 para 8 casos por 100 mil habitantes.
- Até abril de 2026, o total de casos já supera o registrado em todo o ano de 2025.
- Não houve mortes em 2026; em 2025 houve uma vítima.
- A doença é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue; há uma vacina aprovada pela Anvisa, mas ainda não disponível para toda a população.
O Rio de Janeiro registrou um aumento expressivo de chikungunya em 2026. Até abril, foram 509 casos confirmados, ante 312 em 2025, segundo o EpiRio, Observatório Epidemiológico da cidade.
O crescimento representa quase 69% na comparação anual. A incidência subiu de 4,9 para 8 casos por 100 mil habitantes, indicando maior transmissão na cidade.
Apesar do aumento, não houve mortes em 2026 até o momento. Em 2025, uma pessoa faleceu em decorrência da doença. Os principais sintomas incluem febre alta e dor intensa nas articulações.
Vacina e medidas de prevenção
A chikungunya é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue e não tem tratamento específico. A Anvisa aprovou uma vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan no ano passado, mas ainda não está disponível para todos os segurados.
Especialistas ressaltam a importância de ações de controle do mosquito, como eliminação de criadouros, uso de repelentes e campanhas de conscientização, para reduzir a transmissão. As autoridades de saúde mantêm monitoramento contínuo dos casos.
Entre na conversa da comunidade