- Março foi o mês mais quente já registrado para os 48 estados contíguos dos EUA, com temperatura média de 50,85 °F (10,47 °C), 9,35 °F (5,19 °C) acima da normal do século passado.
- O desempenho superou o recorde anterior de março de 2012, de 8,9 °F (4,9 °C) acima da normal.
- A temperatura média máxima de março ficou 11,4 °F (6,3 °C) acima da média do século passado e quase um grau Celsius acima da média de abril.
- Foram quebrados mais de 19.800 registros diários de temperatura pela tendência de calor, conforme dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
- Forecasts indicam que o El Niño pode ganhar força no próximo ano, potencializando o aquecimento global.
O mês de março foi marcado por temperaturas extraordinariamente altas nos Estados Unidos continentais, segundo dados federais. O país registrou o março mais quente em 132 anos de registro, com a média nacional batendo recordes.
A temperatura média do mês ficou em 10,47 °C, 5,19 °C acima da normal do século passado para março. Em Fahrenheit, a média foi 50,85 °F, 9,35 °F acima do normal. O valor superou o recorde anterior, de 4,9 °C acima do normal, estabelecido em 2012.
A temperatura máxima média de março também foi alta, 6,3 °C acima da média histórica de referência. Esse March recorde excedeu significativamente as máximas diárias típicas de abril. O registro reforça a tendência de elevação de temperaturas na região.
Contexto e impactos
Mais de 19.800 registros diários de temperatura foram quebrados em todo o território, segundo a NOAA. O mês é considerado o mais anormalmente quente já observado no contíguo americano.
A sequência de calor ocorre após um inverno considerado o mais quente já registrado, com impactos adicionais previstos para os próximos meses, à medida que avanços climáticos sugerem a possibilidade de El Niño ganhando força.
Fonte e dados
As informações são baseadas em dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos. Especialistas apontam que a continuidade de temperaturas elevadas pode influenciar padrões climáticos globais nos próximos ciclos.
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