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Março registra recorde de calor extremo no continente dos EUA, dizem meteorologistas

Março registra o mês mais quente da história no continente americano, com recordes de temperatura e indicativos de El Niño de forte intensidade

Juan Olmedo, left, and his wife Alejandra Delgado use an umbrella to shield from the sun while on a walk at Shoreline Park in Mountain View, Calif., March 16, 2026. Photo by Godofredo A. Vásquez via Associated Press
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  • Março foi o mês mais quente já registrado para os 48 estados contíguos dos EUA, com temperatura média de 50,85 °F (10,47 °C), 9,35 °F (5,19 °C) acima da normal do século passado.
  • O desempenho superou o recorde anterior de março de 2012, de 8,9 °F (4,9 °C) acima da normal.
  • A temperatura média máxima de março ficou 11,4 °F (6,3 °C) acima da média do século passado e quase um grau Celsius acima da média de abril.
  • Foram quebrados mais de 19.800 registros diários de temperatura pela tendência de calor, conforme dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
  • Forecasts indicam que o El Niño pode ganhar força no próximo ano, potencializando o aquecimento global.

O mês de março foi marcado por temperaturas extraordinariamente altas nos Estados Unidos continentais, segundo dados federais. O país registrou o março mais quente em 132 anos de registro, com a média nacional batendo recordes.

A temperatura média do mês ficou em 10,47 °C, 5,19 °C acima da normal do século passado para março. Em Fahrenheit, a média foi 50,85 °F, 9,35 °F acima do normal. O valor superou o recorde anterior, de 4,9 °C acima do normal, estabelecido em 2012.

A temperatura máxima média de março também foi alta, 6,3 °C acima da média histórica de referência. Esse March recorde excedeu significativamente as máximas diárias típicas de abril. O registro reforça a tendência de elevação de temperaturas na região.

Contexto e impactos

Mais de 19.800 registros diários de temperatura foram quebrados em todo o território, segundo a NOAA. O mês é considerado o mais anormalmente quente já observado no contíguo americano.

A sequência de calor ocorre após um inverno considerado o mais quente já registrado, com impactos adicionais previstos para os próximos meses, à medida que avanços climáticos sugerem a possibilidade de El Niño ganhando força.

Fonte e dados

As informações são baseadas em dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos. Especialistas apontam que a continuidade de temperaturas elevadas pode influenciar padrões climáticos globais nos próximos ciclos.

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