- Victor Glover, piloto da Artemis II, fez reflexões sobre a criação de Deus durante a Páscoa, destacando a Terra como um único lar.
- A Artemis II é o primeiro voo tripulado de teste da campanha Artemis, com quatro astronautas a bordo do Space Launch System e da nave Orion, em uma órbita de cerca de dez dias ao redor da Lua.
- Glover disse que a missão pertence à história da humanidade, não apenas à história de grupos específicos, e espera que se avance para além de questões raciais.
- A tripulação inclui Reid Wiseman (comando), Christina Koch (eleva a histórica para a distância da Lua) e Jeremy Hansen (canadense); Glover atua como piloto.
- O astronauta afirmou que fé e ciência não são opostas, comenta ter mantido práticas religiosas a bordo e que a visão da Terra mudou sua percepção sobre o lugar da humanidade no cosmos.
Victor Glover, capitão da Marinha dos EUA e astronauta da NASA, participa da missão Artemis II, o primeiro voo tripulado de teste do programa Artemis. Durante o período de preparação, ele falou sobre a criação de Deus e a visão da Terra a partir do espaço, em contexto de Páscoa, destacando a ideia de um planeta visto como um único lar comum e a importância de cooperação entre culturas.
A missão Artemis II terá quatro astronautas a bordo e cumprirá uma órbita de 10 dias ao redor da Lua para verificar a capacidade da Orion e do Space Launch System no espaço profundo, antes da Artemis III. Reid Wiseman comanda a missão, enquanto Glover atua como piloto; Christina Koch está entre os tripulantes, junto com Jeremy Hansen, da agência espacial canadense.
Detalhes da missão e do elenco
A tripulação de Artemis II é composta por quatro membros; além de Glover, Wiseman comanda, Koch aporta experiência já adquirida em missões anteriores e Hansen representa a participação canadense. O objetivo é testar sistemas críticos da Orion e do veículo de lançamento SLS antes de levar astronautas à superfície lunar em Artemis III, programada para o próximo ano.
Contexto e perspectivas
Glover enfatizou que a missão não representa apenas avanços tecnológicos, mas também um marco para a humanidade como um todo, deixando de lado questões de raça ou gênero para tratar da continuidade da exploração espacial. O piloto tem carreira com mais de 3.500 horas de voo e passagem de 168 dias na ISS, além de 26 anos de serviço militar.
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