- Miolo Wine Group certificou suas operações como carbono neutro, com saldo de emissões negativo.
- Para 2025, as emissões são estimadas em cerca de 1.343 toneladas de CO₂ equivalente, com remoções superiores a 2.400 toneladas.
- As remoções vêm principalmente do manejo agrícola, da preservação de áreas naturais e dos vinhedos como captadores de carbono.
- A iniciativa acompanha práticas já adotadas por vinícolas externas, como nos Estados Unidos, Europa e América do Sul, que buscam descarbonização.
- A certificação envolve unidades no Rio Grande do Sul e na Bahia, contemplando toda a cadeia produtiva.
Miolo Wine Group certificou suas operações como carbono neutro, com saldo negativo de emissões. A certificação indica que a empresa retira da atmosfera mais carbono do que gera na atividade produtiva.
A projeção de 2025 aponta emissões de cerca de 1.343 toneladas de CO₂ equivalente, com remoções superiores a 2.400 toneladas. Os fatores-chave incluem manejo agrícola, preservação de áreas naturais e o papel dos vinhedos como captadores de carbono.
Especialistas apontam que essa prática, comum em vinícolas de EUA, Europa e América do Sul, já faz parte de estratégias de sustentabilidade no setor. Em contextos internacionais, vinícolas têm adotado energia renovável e gestão integrada para reduzir a pegada ambiental.
O caso brasileiro
No Brasil, a certificação envolve unidades no Rio Grande do Sul e na Bahia e abrange toda a cadeia de produção, incluindo emissões diretas e indiretas. Também considera a capacidade de captura de carbono dos vinhedos e de áreas naturais preservadas pelo grupo.
A iniciativa da Miolo é apresentada como parte de uma tendência em evolução no país, com foco na mensuração, redução e compensação de emissões e com potencial de influenciar decisões técnicas, operacionais e comerciais.
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