- O banteng, um dos bovídeos selvagens mais raros, está se recuperando no santuário Huai Kha Khaeng, na Tailândia, com população estimada de pelo menos 1.400 indivíduos, a maior da atualidade no Sudeste Asiático.
- A recuperação é atribuída à proteção de habitat e à redução da caça, com sucesso associado, entre outros fatores, às patrulhas de ranger do SMART (Ferramenta de Monitoramento e Relatórios Espaciais).
- O aumento dos rebanhos saiu do interior da área protegida e se espalhou para zonas de amortecimento ao redor, gerando preocupação inicial com conflitos com agricultores e criadores de gado.
- Em resposta, a comunidade de Rabam, no subdistrito mais afetado, criou em 2021 um ecoturismo comunitário focado em avistamento de banteng, que hoje envolve mais de 320 moradores de 19 vilarejos.
- O programa inclui passeios para observação de animais, passeios de barco e atividades culturais, com 5% das receitas reinvestidas em infraestrutura local e regras comuns para não caçar nem coletar plantas em áreas protegidas.
A BT de pant- bantengs retorna às margens da reserva Huai Kha Khaeng, na Tailândia, com força de conservação liderada pela comunidade. O projeto envolve turismo de observação de vida selvagem como ferramenta de proteção.
A população de banteng, um dos cervídeos selvagens mais raros, cresceu para pelo menos 1.400 indivíduos na reserva, hoje a maior população de banteng do Sudeste Asiático, fortalecida pela proteção de habitat e redução da caça furtiva.
A duplicação dos animais fora da área protegida suscitou receios de conflitos com agricultores locais, que sofriam com danos às culturas, e com queima de áreas por caça de proteção.
Como resposta, moradores da subdistrito Rabam criaram, em 2021, um projeto comunitário de ecoturismo voltado ao avistamento de banteng, que se tornou ativo gerador de renda.
Mais de 320 moradores de 19 vilas participam de atividades como observação de fauna, passeios de barco e vivências culturais, ampliando a atuação econômica para além da agropecuária.
O projeto mantém um fundo comunitário que reinveste 5% das receitas em infraestrutura local, e estabelece regras comuns de uso da floresta, como a proibição de caça e colheita de plantas protegidas.
A experiência tem mudado a visão de moradores, que passam a ver a floresta como bem compartilhado e fonte de renda estável, reforçando a conservação da biodiversidade.
O conjunto de ações mostra como turismo de base comunitária pode sustentar a recuperação de espécies ameaçadas, aliando proteção ambiental a oportunidades socioeconômicas.
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