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Febre amarela: o que é e quais são seus principais sintomas

Três casos de febre amarela são confirmados no Vale do Paraíba; óbito de homem de 38 anos em Cunha ocorreu sem histórico de vacinação prévia

Uma fêmea de mosquito Aedes se alimenta de sangue humano em Tehatta, Bengala Ocidental, Índia, em 27 de fevereiro de 2026
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  • A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou três casos de febre amarela na região do Vale do Paraíba e o óbito de um homem de 38 anos em Cunha.
  • Segundo o boletim do Centro de Vigilância Epidemiológica, nenhum dos três casos tinha histórico de vacinação.
  • A febre amarela é transmitida por mosquitos, com ciclo urbano (Aedes aegypti) e ciclo silvestre (Haemagogus e Sabethes); atualmente, o ciclo silvestre predomina no Brasil.
  • Sintomas variam de febre, calafrios e dor a piora com icterícia, hemorragias e risco de falência de órgãos; 20% a 50% dos casos graves podem levar à death, exigindo atendimento médico imediato.
  • A vacinação é a principal prevenção, com dose única de uso vital no SUS; não é indicada para alguns grupos específicos, como menores de nove meses, entre outros critérios médicos.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou, nesta quinta-feira (16), três casos de febre amarela na região do Vale do Paraíba. O óbito de um homem de 38 anos ocorreu em Cunha, cidade do interior. A confirmação veio por meio do boletim do CVE.

Segundo o documento, nenhum dos três pacientes tinha histórico de vacinação contra a doença. A febre amarela é uma infecção febril aguda com risco de falência de órgãos, transmitida por mosquitos.

A doença apresenta dois ciclos de transmissão: urbano e silvestre. No Brasil, o ciclo atual é predominantemente silvestre, com mosquitos Haemagogus e Sabethes envolvidos na transmissão entre primatas e humanos.

Sintomas

Os sinais podem incluir febre repentina, calafrios, dor de cabeça e no corpo. Em alguns casos, há icterícia, sangramentos e falência orgânica. Entre 20% e 50% dos casos graves podem levar à morte.

Tratamento

O manejo é principalmente de suporte, com acompanhamento em UTI em quadros graves. Não há medicamento específico para combater o vírus. O uso de AAS deve ser evitado devido ao risco de hemorragias.

Vacina

A vacinação é a principal forma de prevenção, oferecida gratuitamente pelo SUS. A dose única protege de 95% a 99% em adultos e cerca de 90% em crianças, com recomendação de ter 10 dias de proteção antes de deslocamentos para áreas de risco.

Fonte: Gabriela Maraccini, CNN Brasil.

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