- Antonio Divino Moura morreu em 16 de abril de 2026, em São José dos Campos, aos 81 anos, deixando legado na meteorologia brasileira e mundial.
- Formou‑se em engenharia elétrica em Ituiutaba e obteve o PhD no Massachusetts Institute of Technology em 1974, com a tese destacada na área de meteorologia, recebendo o Prêmio Carl Gustav Rossby; fez pós‑doutorado no Goddard Space Flight Center/NASA.
- Desempenhou papel central na modernização do Instituto Nacional de Meteorologia, atuando como diretor por dois mandatos: 1985‑1988 e 2003‑2016.
- Foi pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, diretor de Meteorologia do INPE, representante do Brasil na Organização Meteorológica Mundial e o primeiro brasileiro a alcançar a vice‑presidência da entidade; participou da criação do Instituto Internacional de Pesquisa em Mudanças Climáticas (IRI); foi co‑presidente do IPCC/WGI em 1988 e 1990; Cientista‑Chefe do Escritório de Programas Globais da NOAA (1991‑1993) e presidente do programa TOGA.
- A atuação de Divino Moura consolidou uma referência para jovens meteorologistas e para a ciência atmosférica no Brasil e no mundo.
Antonio Divino Moura, reconhecido pesquisador da meteorologia brasileira, morreu em 16 de abril de 2026, em São José dos Campos, SP. A perda foi anunciada pela comunidade científica, que destaca sua contribuição à ciência atmosférica.
Nascido em Ituiutaba, MG, em 1945, Moura formou-se em engenharia elétrica. Fez o PhD no MIT, em 1974, com tese premiada na área de Meteorologia, e realizou pós-doutorado no Goddard Space Flight Center/NASA.
Ao longo da carreira, atuou no INPE e no Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), onde foi diretor por dois mandatos. Representou o Brasil na OMM e ocupou a vice-presidência da entidade, além de liderar iniciativas internacionais.
Legado e atuação internacional
Divino Moura participou da criação do Instituto Internacional de Pesquisa em Mudanças Climáticas (IRI) e foi co-presidente do IPCC/WGI (1988 e 1990). Ainda foi Cientista-Chefe do Escritório de Programas Globais da NOAA (1991–1993) e esteve ligado ao programa TOGA.
Foi referência na modernização estrutural do sistema meteorológico brasileiro e teve papel fundamental na formação de gerações de meteorologistas. Sua atuação alcançou centros de pesquisa atmosférica de renome mundial.
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