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Transtorno bipolar atinge 3% da população, dizem médicos

Especialistas explicam que o transtorno bipolar atinge 3% da população; diagnóstico pode levar de cinco a dez anos e envolve estigma, riscos e impactos

Sheila Caetano, professora da Unifesp, e o psiquiatra Beny Lafer, professor da Faculdade de Medicina da USP são convidados do Dr. Kalil
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  • Transtorno bipolar atinge cerca de 3% da população, segundo especialistas.
  • O tema será abordado no programa CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista, neste sábado, 18 de abril, às 19h30, na CNN Brasil.
  • Participam da conversa a psiquiatra infantil Sheila Caetano e o psiquiatra Beny Lafer, que explicam características, diferenças entre mania, hipomania e depressão, e sinais de alerta.
  • O diagnóstico pode levar de cinco a dez anos e envolve fatores genéticos, ambientais e clínicos na avaliação médica.
  • Também são discutidos impactos do transtorno bipolar na qualidade de vida, risco de suicídio, doença cardiovascular e o estigma que cerca o tema.

O programa CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista vai debater o transtorno bipolar neste sábado, 18 de abril, às 19h30, na CNN Brasil. A discussão envolve a psiquiatra infantil Sheila Caetano, professora da Unifesp, e o psiquiatra Beny Lafer, da USP, coordenador do Programa de Transtorno Bipolar do HCFMUSP.

Especialistas destacam que a síndrome afeta cerca de 3% da população. O bate-papo foca em o que caracteriza o transtorno, diferenças em relação a oscilações normais de humor e quais sinais são mais perceptíveis para o diagnóstico.

A conversa aborda ainda a dificuldade de diagnóstico, que pode levar de cinco a dez anos, e como fatores genéticos, ambientais e clínicos são avaliados pelos profissionais.

Convidados e temas abordados

Durante o programa, são apresentadas as distinções entre mania, hipomania e depressão, além de sinais de alerta e gatilhos para a manifestação da doença.

Os especialistas discutem impactos do transtorno bipolar na qualidade de vida e na expectativa de vida, incluindo relação com doenças cardíacas e maior risco de suicídio.

Outro foco é o estigma ainda presente em torno da condição e como isso influencia a vida social dos pacientes. O objetivo é esclarecer dúvidas frequentes do público.

A audiência pode acompanhar a transmissão neste fim de semana pela CNN Brasil.

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