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Cigarro eletrônico pode ser mais nocivo que o cigarro tradicional

Autoridades de saúde alertam que o cigarro eletrônico apresenta riscos graves, incluindo câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, com uso entre adolescentes no Brasil

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  • Autoridades de saúde alertam que o tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas por ano no mundo, com cerca de 1,3 milhão de mortes por fumo passivo; o México ampliou proibições de fumo em espaços públicos e proibiu publicidade em todos os meios de comunicação.
  • Fumaça do tabaco contém mais de sete mil substâncias químicas, e estudos indicam que pelo menos 69 delas provocam câncer; há preocupação especial com o cigarro eletrônico.
  • No Brasil, o uso de cigarros eletrônicos por adolescentes é motivo de alerta, com relatos de venda dentro de escolas e consumo em banheiros e quadras de colégios particulares.
  • O cigarro eletrônico funciona com uma bateria que esquenta um líquido composto de água, aromatizante, nicotina, glicerina e propilenoglicol; ele produz fumaça que pode ser inodora e se dissipa rapidamente.

•️ Os principais riscos incluem câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares; há ainda o risco da doença pulmonar associada ao uso de cigarro eletrônico (Evali). O Ministério da Saúde orienta buscar unidade de saúde para tratamento do vício.

O uso de cigarros, inclusive os eletrônicos, segue sendo uma preocupação de saúde pública. Dados oficiais apontam que o tabagismo causa mais de 8 milhões de mortes por ano no mundo, incluindo cerca de 1,3 milhão por fumo passivo.

A fumaça do tabaco abriga mais de 7 mil compostos, e estudos indicam que pelo menos 69 podem provocar câncer. A discussão sobre danos envolve também o uso de cigarros eletrônicos e sua popularização entre jovens.

Panorama internacional

Em 2024, o México ampliou a proibição de fumar em espaços públicos, como praias e parques, e vetou a publicidade de cigarros em todas as plataformas, incluindo redes sociais e streaming. A medida intensifica a repulsa global ao tabaco.

Cigarro eletrônico e saúde

No Brasil, observa-se uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes, principalmente em espaços escolares, apesar da proibição de venda e uso. O aparelho é vendido com preços entre R$ 60 e R$ 680 e pode ser encontrado fácil­mente.

O cigarro eletrônico funciona com uma bateria que aquece um líquido contendo água, aromatizante, nicotina, glicerina e propilenoglicol. A inalação gera fumaça que pode ser inodora ou ter cheiro, dissipando-se rapidamente.

Riscos à saúde

Segundo o Ministério da Saúde, o uso pode favorecer câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, incluindo infarto e hipertensão. Também existe o risco da lesão pulmonar associada ao vaping, conhecida pela sigla Evali.

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia aponta sintomas como tosse, dor no peito e falta de ar, além de náuseas, diarreia e perda de peso.

Realidade escolar e percepção

Professores relatam que alguns alunos veem o cigarro eletrônico como forma de afirmação entre colegas. Há quem reconheça o risco, enquanto outros não percebem a gravidade do problema.

Orientação oficial para cessação

O Ministério da Saúde orienta quem deseja interromper o vício a buscar uma unidade de saúde próxima. O tratamento envolve encontros com equipes da Estratégia Saúde da Família, em formato individual ou em grupo.

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