- Espanha — monarquia constitucional desde 1975; atual rei Felipe VI; primeiro-ministro Pedro Sánchez.
- Suécia — monarquia constitucional desde 1809; atual monarca Rei Carl XVI Gustaf; primeiro-ministro Ulf Kristersson.
- Noruega — monarquia constitucional desde 1905; atual monarca Rei Harald V; primeiro-ministro Jonas Gahr Støre.
- Dinamarca — monarquia constitucional desde 1849; atual monarca Rainha Margrethe II; primeiro-ministro Mette Frederiksen.
- Bélgica, Luxemburgo, Mônaco, Andorra e Liechtenstein — monarquias com papéis variando entre cerimonial e simbólico; Bélgica tem o rei Philippe; Luxemburgo tem o Grão-Duque Henri; Mônaco tem o príncipe Albert II; Andorra tem copríncipes (presidente da França e bispo de Urgell); Liechtenstein tem o príncipe Hans-Adam II (com Alois atuando em grande parte).
O Reino Unido costuma dominar as manchetes sobre monarquias na Europa, mas o continente abriga diversas casas reais com funções principalmente simbólicas. A maior parte dos monarcas atua como chefe de Estado, enquanto o governo segue com um primeiro-ministro ou equivalente.
Ao longo dos anos, as monarquias europeias mantiveram tradições distintas, preservando símbolos nacionais e funções protocolares. Em muitos casos, as mudanças políticas não alteraram o papel cerimonial dos soberanos, que representam continuidade histórica e cultural.
A seguir, veja as monarquias existentes na Europa, com destaque para quem ocupa o trono, como o governo funciona e o perfil de cada país.
Reino Unido
A monarquia britânica é constitucional desde 1688. O território envolve Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, com cerca de 70 milhões de habitantes. O atual monarca é Charles III; o Primeiro-Ministro é Rishi Sunak. O rei desempenha função cerimonial e representa a nação.
Espanha
Restabelecida em 1975 após a ditadura de Franco, a monarquia é constitucional. A Espanha tem cerca de 48 milhões de habitantes. Felipe VI é o rei; o Primeiro-Ministro é Pedro Sánchez. O monarca atua de forma simbólica, representando a unidade do país.
Suécia
A monarquia sueca remonta ao século X e tornou-se constitucional em 1809. O país tem aproximadamente 10,5 milhões de habitantes. O rei é Carl XVI Gustaf; o Primeiro-Ministro é Ulf Kristersson. O papel do monarca é essencialmente ceremonial.
Noruega
Desde 1905, a Noruega é uma monarquia constitucional, com 5,5 milhões de habitantes. O monarca atual é Harald V; o Primeiro-Ministro é Jonas Gahr Støre. O rei representa a continuidade institucional sem atuação governamental.
Dinamarca
A monarquia dinamarquesa existe há mais de mil anos e é constitucional desde 1849. A população é de cerca de 6 milhões. A rainha é Margrethe II; o Primeiro-Ministro é Mette Frederiksen. O papel é representativo e protocolares.
Bélgica
Instituída em 1831, a monarquia belga é constitucional, com 12 milhões de habitantes. O rei Philippe lidera o cargo; o Primeiro-Ministro é Alexander De Croo. O soberano simboliza a unidade nacional em meio a diversidade regional.
Luxemburgo
Grão-ducado desde 1815, a monarquia é constitucional. São cerca de 700 mil habitantes. O Grão-Duque é Henri, e o Primeiro-Ministro é Xavier Bettel. O cargo é principalmente cerimonial, com funções formais de sancionar leis.
Mônaco
Monarquia constitucional desde 1911, governada pela Casa Grimaldi desde o século XIII. O país tem cerca de 36 mil habitantes. O príncipe Albert II exerce poderes executivos com apoio do Conselho Nacional. O parlamento tem liderança própria.
Andorra
Monarquia única, com dois copríncipes desde o século XIII. O país tem 80 mil habitantes. Os copríncipes são encontros cerimoniais entre o presidente da França, Emmanuel Macron, e o Bispo de Urgell, Joan Enric Vives i Sicília.
Liechtenstein
Monarquia que perdura desde 1719, entre as menos populosas da Europa, com cerca de 40 mil habitantes. O príncipe é Hans-Adam II, porém o herdeiro Alois assume muitas funções. O parlamento tem um primeiro-ministro, atualmente Daniel Risch, com papel coadjuvante do soberano.
Essa lista mostra a diversidade de modelos e tradições que caracterizam as monarquias europeias, onde o elemento comum é a representação histórica e cultural, mais do que a atuação política direta.
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