- Em um ano de programa, trinta e seis brigadistas indígenas foram treinados em pilotagem de drones e trinta em técnicas de geoprocessamento, com apoio da Fundação Bunge e Ibama.
- Três salas de situação equipadas com sistemas de comunicação e monitoramento foram instaladas em terras indígenas nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão.
- O investimento total para equipamentos e capacitações foi de R$ 523 mil, além de R$ 151 mil destinados às capacitações nos territórios.
- A parceria integra o Prevfogo, política de prevenção e controle de incêndios do governo federal; em quarenta e oito meses, o programa estima ampliar para quarenta brigadas indígenas e abrir mais três salas de situação móveis.
- Dados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática indicam queda de trinta e nove por cento na área queimada em dois mil e vinte e cinco, em relação à média dos oito anos anteriores.
Drones, satélites e salas de monitoramento digital chegaram a territórios indígenas em cinco estados brasileiros, fortalecendo a defesa da floresta contra incêndios. A iniciativa busca ampliar a vigilância e a resposta rápida nas comunidades locais.
Neste Dia dos Povos Indígenas, a Fundação Bunge, em parceria com o Ibama, mostra resultados de um ano de operação do Prevfogo junto a brigadistas tradicionais, unindo saberes ancestrais a tecnologia de ponta para enfrentar os incêndios.
Ao todo, 36 brigadistas foram treinados em pilotagem de drones e 30 em técnicas de geoprocessamento. Foram disponibilizados seis kits completos de equipamentos, com investimento total de R$ 523 mil, mais R$ 151 mil destinados às capacitações.
Territórios contemplados e equipamentos
Três salas de situação foram instaladas em terras indígenas nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão, onde a gestão de informações ocorre de forma integrada.
Resultados do Prevfogo em 2025 apontam queda de 39% na área queimada, em comparação com a média dos oito anos anteriores, segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
A meta para 2029 é capacitar 40 brigadas indígenas e instalar mais três salas de situação móveis, ampliando a cobertura para novos territórios e fortalecendo a vigilância comunitária.
A aposta é que a autonomia tecnológica, aliada aos saberes locais, torne a resposta aos incêndios mais ágil e eficiente diante da crise climática global.
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