- Estudo publicado na npj Heritage Science usa simulações 3D para sugerir que a Grande Pirâmide foi erguida com rampas integradas às bordas, e não com rampas externas gigantes ou passagens internas em espiral.
- O modelo propõe várias rampas distribuídas nas bordas, com construção estimada entre 13,8 e 20,6 anos, com equipes trabalhando em paralelo e rampas ajustáveis conforme a pirâmide crescia.
- A ideia visa manter fluxo constante de transporte e posicionamento de blocos, evitando gargalos de uma única rampa.
- Evidências de apoio vêm de pedreiras antigas com estruturas de transporte inclinadas, registros históricos de transporte pelo Nilo e cavidades internas que podem indicar caminhos.
- A leitura sugere engenharia avançada e planejamento coordenado, destacando que a construção envolveu técnicas sofisticadas além de mera força de trabalho.
A Grande Pirâmide de Gizé, símbolo da engenharia antiga, pode ter sido erguida com rampas integradas às bordas da própria estrutura. A hipótese surge de simulações 3D publicadas na revista npj Heritage Science, que contestam rampas externas ou passagens internas em espiral.
Segundo o estudo, múltiplas rampas simultâneas, distribuídas ao redor da pirâmide, permitiriam o transporte de blocos de forma contínua. A construção seria concluída em cerca de 13,8 a 20,6 anos, com equipes trabalhando em paralelo e rampas ajustáveis conforme o tamanho da edificação.
O modelo enfatiza engenharia inteligente em vez de força bruta, reduzindo gargalos no fluxo de materiais. A logística seria reforçada por rampas que acompanharam o crescimento da pirâmide, mantendo a estabilidade durante o assentamento.
Nova visão sobre a construção das pirâmides
A hipótese aponta ainda que rampas menores e temporárias poderiam movimentar blocos mais pesados, como granito, em níveis intermediários. Esses caminhos seriam reutilizados conforme a necessidade ao longo do processo construtivo.
Registros de pedreiras antigas indicam estruturas de transporte inclinadas, enquanto relatos sobre o Nilo sugerem uma logística bem organizada. Estudos atuais também associam cavidades internas a potenciais caminhos de deslocamento dos blocos.
A pesquisa utiliza evidências arqueológicas para sustentar as simulações, sugerindo que a construção envolveu várias frentes de trabalho simultâneas. O resultado reforça a ideia de planejamento sofisticado e soluções engenhosas na era faraônica.
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