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Doação de órgãos: Brasil é referência, mas fila ainda é alta

Brasil referência em doação de órgãos, mas fila de espera ultrapassa 48 mil, destacando desafios para ampliar doações e reduzir tempo de espera

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  • Brasil é referência na doação de órgãos, mas a fila de espera continua alta, com mais de 48 mil pessoas na fila.
  • Mais de noventa por cento dos transplantes são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Desafios incluem ampliar o número de doadores, reduzir o tempo de espera e tornar o sistema mais eficiente.
  • O enfermeiro Tadeu Thomé, da ABTO, analisa os caminhos para enfrentar esses desafios.
  • O tema foi apresentado no podcast JR 15 Minutos.

A doação de órgãos no Brasil salva milhares de vidas todos os anos, com mais de 90% dos transplantes realizados pelo SUS. No episódio do JR 15 Minutos, o enfermeiro Tadeu Thomé, integrante do Departamento de Coordenadores de Transplante da ABTO, analisa os desafios do setor.

Ainda que o Brasil figure entre referências globais, o país registra mais de 48 mil pessoas na fila por um órgão. Thomé discute caminhos para ampliar a base de doadores, reduzir o tempo de espera e tornar o sistema mais eficiente.

O debate aborda gargalos logísticos, comunicação com famílias, critérios de compatibilidade e gestão de pacientes graves. A melhoria depende de ações conjuntas entre instituições, profissionais de saúde e a sociedade.

Dados apresentados indicam a importância do SUS na fila de espera e na realização de transplantes. A visão do profissional aponta necessidade de políticas públicas que fortaleçam a captação, a doação efetiva e a logística de transplantes.

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