- O café é amplamente consumido no Brasil, mas pode apresentar riscos para grupos específicos, como gestantes e pessoas com certas condições clínicas.
- Em quem tem úlceras ou gastrite, o café pode irritar a mucosa do estômago, aumentando dor e azia.
- O consumo prolongado de cafeína pode agravar transtornos de ansiedade, elevando episódios de nervosismo e palpitação.
- Para o coração, o café eleva a frequência cardíaca e não é indicado para quem tem arritmias, hipertensão ou cardiopatia.
- Na gravidez, a cafeína pode atravessar a placenta e, em alguns casos, está associada a baixo peso do bebê, parto prematuro ou morte fetal.
O café, tradição no Brasil, é apontado como estimulante poderoso que pode trazer riscos para grupos específicos, principalmente quem tem condições clínicas ou está gestante. O consumo diário é comum, mas pode desencadear crises de ansiedade ou complicações cardíacas em algumas pessoas.
Pessoas com gastrite, úlceras ou outros problemas gastrointestinais devem moderar a bebida, pois o café pode irritar a mucosa estomacal e aumentar dor e azia. A relação entre cafeína e ansiedade também é tema de estudo médico.
O efeito sobre o coração merece atenção: a cafeína eleva a frequência cardíaca e pode sobrecarregar quem tem arritmias ou hipertensão, com variação individual na sensibilidade à substância.
Riscos na gestação
Na gravidez, a cafeína permanece no sangue materno por mais tempo e pode atravessar a placenta, segundo a Organização Mundial da Saúde. O consumo elevado pode associar-se a baixo peso ao nascer, parto prematuro ou, em casos extremos, morte fetal.
Conclui-se que o uso do café deve ser avaliado com base na condição de saúde de cada pessoa. Profissionais de saúde recomendam ajuste do consumo conforme diagnóstico e fases da vida, para evitar efeitos adversos.
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