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Robô humanoide chinês quebra recorde na meia maratona de Pequim

Robô humanoide Lightning completa 21 quilômetros em 50 minutos e 26 segundos na meia maratona de Pequim, estabelecendo novo recorde entre máquinas

Robô humanoide chinês bate recorde em meia maratona de Pequim (imagem: YouTube/CNA)
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  • O robô humanoide Lightning, da Honor, percorreu 21 quilômetros em 50 minutos e 26 segundos na meia maratona de Pequim, batendo o recorde da prova.
  • A comparação com recordes humanos serve apenas como referência; na corrida de domingo, robôs competiam com robôs.
  • Lightning é um robô bípede projetado para correr, com pernas de cerca de 95 cm e braços sincronizados para manter o equilíbrio, além de um sistema de resfriamento líquido.
  • A tarefa de imitar a marcha humana envolve mais de 200 músculos simulados em sincronização, um desafio técnico significativo.
  • Engenheiro da Honor afirma que as tecnologias usadas no robô podem ser aplicadas a cenários industriais, como confiabilidade estrutural e resfriamento remoto.

O robô humanoide Lightning, desenvolvido pela chinesa Honor, bateu o recorde de meia maratona. A prova aconteceu em Pequim, no domingo, e o robô percorreu 21 quilômetros em 50 minutos e 26 segundos. A comparação com o tempo humano serve apenas como referência, já que robôs e atletas competiram entre si.

Lightning foi criado para correr com movimento bípede, com pernas que se flexionam, braços sincronizados e tronco que se mantém estável ao lado. O sistema de resfriamento líquido ajuda a manter a temperatura durante a corrida.

A demonstração de desempenho destacou a diferença entre máquinas e atletas. O recorde humano atual na meia maratona pertence a Jacob Kiplimo, com 57 minutos e 20 segundos, em Lisboa, em março de 2026.

Como funciona o robô Lightning

O modelo da Honor apresenta pernas de aproximadamente 95 cm e busca imitar a dinâmica humana, com esforço de engenharia para sincronizar músculos simulados e manter o equilíbrio. O resfriamento e a estabilidade estrutural são pontos-chave do design.

Segundo Du Xiaodi, engenheiro da Honor, o objetivo é explorar aplicações futuras além da corrida. A confiabilidade estrutural e o sistema de resfriamento podem ser transferidos para cenários industriais.

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