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Alta de casos e mortes por doença preocupa; uso de ‘supergripe’ é sensacionalista

Casos e mortes por influenza sobem no Brasil; OMS e Fiocruz reiteram que não há evidências de maior gravidade pelo subclado K do H3N2

Opinião | Falar em ‘supergripe’ é sensacionalismo, mas alta de casos e mortes pela doença preocupa – e muito
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  • O vírus influenza está circulando no país inteiro, com aumento no número de casos e de mortes.
  • No Norte e no Nordeste, os casos parecem estáveis; no Centro-Sul, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, há crescimento continuado.
  • A situação pode piorar antes de melhorar, aponta o monitoramento InfoGripe do Ministério da Saúde.
  • A vacinação é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos por gripe.
  • O que se chama de “supergripe” tem nome técnico subclado K do vírus influenza A, subtype H3N2, mas organizações oficiais dizem não haver dados de que esse vírus cause doença mais grave.

O vírus influenza está circulando pelo Brasil, com o boletim InfoGripe apontando aumento de casos e de mortes pela doença. O monitoramento é feito pelo Ministério da Saúde.

Há variações regionais. No Norte e no Nordeste, os números parecem estáveis, enquanto no Centro-Sul, que inclui SP, MG, PR e RS, a curva ainda cresce. A vacinação é a principal defesa contra quadros graves.

O conteúdo sobre a chamada “supergripe” é visto como sensacionalista. O subclado K do vírus H3N2 não tem dados que indiquem maior gravidade da doença, segundo OMS, Fiocruz e MS. Não há evidências de piora generalizada.

Desmentido da supergripe

A orientação oficial ressalta a importância da vacina, especialmente para grupos de risco, como forma de reduzir internações. Medidas não farmacológicas permanecem recomendadas para evitar a transmissão.

A pandemia de gripe segue sendo monitorada, com vigilância contínua pela rede de saúde. Autoridades reiteram a necessidade de manter atualizadas as campanhas de vacinação e de buscar atendimento médico ao surgirem sintomas graves.

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