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Mãe de 36 anos sofre catarata acelerada e começa a perder visão

Mãe de 36 anos enfrenta catarata de início rápido, perdendo a visão e a capacidade de cuidar da filha de sete anos

Mãe de 36 anos descobre catarata acelerada e começa a perder a visão: “Não consigo ver minha filha”
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  • Kaylie Kelliher, de 36 anos, moradora de Greenwich, Londres, começou a perder a visão rapidamente após notar halos e visão embaçada, em agosto do ano passado.
  • Inicialmente tratou como conjuntivite com colírio, mas a visão continuou piorando e os sintomas se intensificaram, principalmente à noite.
  • Em setembro, um oftalmologista confirmou catarata de início rápido, condição incomum em alguém tão jovem.
  • A redução da visão afeta a rotina e a independência: Kaylie não consegue enxergar o rosto da filha de 7 anos e nem assistir televisão.
  • A família criou uma vaquinha online para tentar arrecadar o valor necessário para uma cirurgia particular, já que não há condições financeiras para o tratamento.

Kaylie Kelliher, de 36 anos, teve catarata de início rápido diagnosticada recentemente, em Greenwich, Londres. O quadro surgiu após semanas de visão embaçada e halos ao redor de luzes, evoluindo de forma abrupta para piora significativa que afeta a vida diária.

Os primeiros sinais apareciam em agosto do ano passado, quando acordou com a visão turva. Em uma farmácia, foi orientada a tratar como conjuntivite e começou a usar colírio. A piora seguiu, com halos perceptíveis em situações de noite e em altas luzes. A paciente relatou que a visão leitosa ao acordar também aumentou a preocupação.

Em setembro, após consulta com oftalmologista, foi confirmado o diagnóstico de catarata de início rápido, incomum em pessoas com menos de 60 anos. A projeção de Kaylie é de que a condição evolua sem intervenção, o que pode levar à cegueira parcial ou total se não houver tratamento adequado.

Dificuldades no dia a dia e impacto familiar

A perda de visão transformou a rotina de Kaylie. Ela afirma não conseguir ver o rosto da própria filha, Boe Bushnell, de 7 anos, nem acompanhar a televisão. A frustração é acompanhada por medo do futuro, já que depende de auxílio para atividades simples e teme ficar sem suporte durante as férias escolares.

A mãe relata que a filha já percebe as dificuldades visuais da mãe e se preocupa com a segurança em atividades ao ar livre. A candidata a cirurgia particular foi mencionada pela irmã da paciente, que abriu uma vaquinha online para arrecadar fundos destinados ao tratamento, já que a família não tem condições de arcar com o custo completo.

Entre os números apresentados, Kaylie registrava acuidade visual de -12 no olho direito e -11 no esquerdo. Sem cirurgia, a recuperação da visão permanece incerta, aumentando a gravidade do quadro para a vida cotidiana e o cuidado com a filha. As informações indicam que a busca por tratamento é urgente para evitar piora adicional.

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