- O governo federal está investigando uma lista de cerca de dez casos de pessoas ligadas à ciência que desapareceram ou morreram, com atenção a possíveis ligações com informações sensíveis. A rastreabilidade dos casos começou em 2023, com Hicks, e há casos em 2026 em análise.
- Entre os investigados estão William McCasland, general aposentado da Força Aérea, desaparecido em Albuquerque; Monica Reza, engenheira da Jet Propulsion Laboratory, desaparecida em abril de 2025; Anthony Chavez, trabalhador de Los Alamos National Laboratory, sumido em maio de 2025; e Melissa Casias, assistente administrativa em Los Alamos, desaparecida em junho de 2025.
- Também constam casos de cientistas falecidos, como Michael Hicks (ex-JPL), Nuno Loureiro (professor do MIT), Carl Grillmair (astrofísico da Caltech), Jason Thomas (Massachusetts, Novartis Institute) e Frank Maiwald (JPL).
- As circunstâncias variam: em alguns casos, não houve suspeita de crime; há registros de tiroteios e buscas concentradas em locais específicos. O esforço envolve várias agências, incluindo a NASA, FBI e o Departamento de Energia.
- A Casa Branca afirmou que as agências relevantes trabalham com a investigação e que nenhuma pista será deixada de lado, enquanto autoridades e analistas divergem sobre a possível relação entre os casos, destacando a importância de dados verificáveis.
O governo dos EUA acompanha uma lista de cerca de 10 casos de cientistas que estavam desaparecidos ou mortos, com possíveis ligações a pesquisas científicas, algumas potencialmente sensíveis. A investigação envolve o White House, várias agencias federais e membros do Congresso.
Os casos abrangem diferentes origens, situações e vínculos com material classificado. Autoridades estudam se há alguma conexão entre as mortes e ausências, com especial atenção aos impactos na segurança de informações estratégicas do país.
Entre os casos citados estão um general aposentado da Força Aérea desaparecido desde 2023, um astrofísico que foi morto a tiros na porta de casa e um engenheiro da Jet Propulsion Laboratory (JPL) que sumiu durante uma caminhada. Também há um encarregado de construção no Los Alamos National Laboratory que desapareceu.
O caso mais antigo listado envolve Michael David Hicks, cuja morte ocorreu em 2023. Casos recentes remontam a 2025 e 2026, incluindo desaparecimentos em Nova México, Los Angeles e Massachusetts. Não há informações oficiais que comprovem uma linha comum entre as situações.
Membros do Congresso mudaram o foco para possíveis ligações com acesso a informações científicas sensíveis. Em cartas a agências como Departamento de Energia, FBI e NASA, Comer e Burlison pedem informações sobre as mortes, ausências e os processos de proteção de segredos nacionais.
A agência NASA informou que está coordenando as apurações com outros órgãos, mas comentou que não há evidências de ameaça à segurança nacional até o momento. A Casa Branca afirmou que não poupará esforços para esclarecer os casos.
Alguns acusados de ligação com a comunidade científica aparecem com nomes divulgados, como McCasland, Hicks e Monica Jacinto Reza, engenheira do JPL. Outros aparecem apenas por vínculos institucionais. A lista também menciona até 10 nomes amplamente citados por veículos de imprensa.
Entre as circunstâncias observadas, autoridades destacam que os casos variam bastante. Em alguns, não se suspeita de crime; em outros, houve tiroteio de alto perfil ou se tem informações limitadas sobre o que ocorreu.
William McCasland, ex-general da Força Aérea, foi visto pela última vez em sua residência em Albuquerque, em fevereiro. Um alerta de desaparecimento foi emitido, citando questões médicas; não houve evidência de participação criminosa na época. A residência apresentava itens ausentes, como uma arma.
Melissa Casias, funcionária de Los Alamos, sumiu em junho de 2025 após ser vista pela última vez em uma rodovia. Familiares relataram perplexidade quanto ao paradeiro. Anthony Chavez, também ligado ao laboratório, desapareceu em maio de 2025 e as autoridades diziam não ter informações que ligassem o caso ao trabalho dele.
Monica Jacinto Reza, engenheira do JPL, desapareceu em junho de 2025 durante uma caminhada no Cresenta Valley, próximo a Los Angeles. O feto legal não indicou envolvimento com o local de trabalho no momento.
Caso de Jason Thomas, pesquisador de química biológica em Massachusetts, sumiu em dezembro de 2025; o corpo foi encontrado em um lago em março de 2026. A promotoria afirmou não haver indícios de crime; a família informou que ele havia acabado de enfrentar dificuldades pessoais.
Nuno Loureiro, professor do MIT, teve a morte anunciada em dezembro de 2025. Investigadores disseram que ele foi morto pelo mesmo suspeito que cometeu outro ataque em Brown University, mas o motivo ainda não foi esclarecido.
Carl Grillmair, astrofísico do Caltech, foi morto a tiros em fevereiro de 2026 na varanda de sua residência rural. Um suspeito já havia sido detido por invasão de propriedade, mas não havia ligação comprovada com o cientista. O caso continua sob apuração.
Até o fechamento deste texto, pelo menos dois dos casos de cientistas, Hicks e Maiwald, não tiveram obituários públicos que confirmassem a morte, e as circunstâncias permanecem sob investigação. Pais e familiares questionam as conexões com a lista divulgada pelo Congresso.
As informações oficiais ressaltam a necessidade de apurar fatos com base em evidências. As autoridades afirmam manter o escrutínio sobre qualquer relação entre as ausências, mortes e o acesso a informações científicas sensíveis.
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