- Grimes, ex-companheira de Elon Musk, deu entrevista à Interview Magazine, com a escritora Nnedi Okorafor, para divulgar o álbum Psy Opera.
- A artista classificou a inteligência artificial como “a coisa mais perigosa que já aconteceu” e afirmou que pode ser “maior que Jesus”, destacando o risco de uso militar.
- Ela defende maior participação pública para evitar que o desenvolvimento da IA fique em ambientes sem supervisão ou segurança.
- Grimes citou a OpenAI e a ferramenta Grok como exemplos que demandam mais responsabilidade coletiva.
- A cantora afirmou que não utiliza IA na maior parte do processo criativo, com uma exceção na faixa DeepSeek, de Psy Opera.
Grimes concedeu uma entrevista à Interview Magazine, divulgada recentemente, em que aborda os riscos e impactos da inteligência artificial. A conversa também serve para promover o próximo álbum da artista, Psy Opera.
A cantora, ex-companheira de Elon Musk, descreve a IA como um dos temas mais perigosos já vistos, destacando o risco de uso militar e a necessidade de debates públicos mais qualificados para evitar consequências graves.
Segundo Grimes, o desenvolvimento acelerado da tecnologia exige atenção urgente. Em suas palavras, a falta de participação social pode levar a laboratórios menos seguros e a decisões sem supervisão adequada.
A artista cita empresas como a OpenAI e a ferramenta Grok como exemplos de iniciativas que demandam maior responsabilidade coletiva. Ela argumenta contra o desprezo público pela tecnologia.
Grimes critica a ideia de tratar a IA como algo divino, defendendo que os humanos continuam responsáveis pela criação e pelo impacto das ferramentas. Ela ressalta a fragilidade da vida humana e a importância da autonomia.
Sobre o uso de IA em seu processo criativo, Grimes afirma que costuma não recorrer à tecnologia, exceto em uma faixa pontual de Psy Opera, que incorpora contribuições de um modelo de código aberto.
A entrevista, realizada com a escritora Nnedi Okorafor, também discute o papel da sociedade na direção do desenvolvimento da IA e a necessidade de debates mais qualificados, segundo a matéria.
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