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Fiscais apreendem 100 toneladas de combustível industrial em Itaguaí

Operação apreende cem toneladas de coque siderúrgico em Itaguaí e autua transportadora por crime ambiental; carga chega sem identificação de periculosidade

Itaguaí (RJ), 22/04/2026 - Foram apreendidos 100 toneladas de coque siderúrgico acondicionadas de forma irregular. Trata-se de um combustível sólido, derivado industrial do carvão mineral, utilizado em usinas siderúrgicas altamente inflamável e poluente. Foto: SUBPAN/Divulgação
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  • Fiscais da Operação Porto+Seguro apreenderam 100 toneladas de coque siderúrgico irregularmente acondicionadas em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
  • O coque é derivado do carvão mineral, combustível sólido altamente inflamável e poluente, utilizado em usinas siderúrgicas.
  • A transportadora foi autuada por crime ambiental; os caminhões não tinham identificação externa que informasse sobre a periculosidade da carga.
  • A carga, originária da Colômbia, foi carregada no terminal da Companhia Siderúrgica Nacional no Porto de Itaguaí (Tecar) e seguiria para a unidade de alto-forno da CSN em Volta Redonda.
  • A CSN informou que a carga atende a todos os requisitos legais, regulatórios, fiscais e ambientais, e que o caso será esclarecido junto às autoridades competentes.

Fiscais apreenderam 100 toneladas de coque siderúrgico em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A carga foi acondicionada de forma irregular e autuada por crime ambiental, envolvendo a transportadora responsável.

A operação foi realizada na quarta-feira, 22 de abril de 2026, pela equipe da Porto+Seguro, da Subsecretaria de Gestão Portuária e Atividades Navais do governo estadual (Subpan). O coque é derivado do carvão mineral e utilizado em usinas siderúrgicas.

Segundo apuração, o material teria origem na Colômbia e seria encaminhado do terminal da CSN no Porto de Itaguaí (Tecar) para a unidade de alto-forno da CSN, em Volta Redonda. Os caminhões apresentavam ausência de identificação sobre a periculosidade da carga.

Os fiscais acionaram os órgãos ambientais competentes e a delegacia local para lavrar os autos de infração. O material, acondicionado sem sinalização adequada, foi retido pela autoridade responsável até apuração técnica.

CSN nega irregularidade

A CSN foi procurada pela Agência Brasil e negou irregularidades, afirmando que a carga atende a todos os requisitos legais, regulatórios, fiscais e ambientais. A empresa disse que o tema será esclarecido junto às autoridades competentes.

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