- Google afirma que 75% dos novos códigos de seus produtos são gerados por IA e revisados por engenheiros humanos; esse indicador era de 50% no quarto trimestre de 2025.
- Migrações de código complexas tiveram desempenho seis vezes melhor quando engenheiros e agentes de IA trabalham juntos.
- A empresa anunciou dois novos chips para treinamento de modelos e inferência, além de confirmar a chegada de uma Siri ainda em 2026, fruto da parceria com a Apple.
- A prática envolve o uso dos modelos Gemini para gerar código, com metas específicas de uso consideradas nas avaliações de desempenho.
- No cenário espacial de IA, Microsoft e Meta também ampliam o uso de IA em código, com metas de adoção por parte de equipes técnicas e não técnicas.
O Google informou que 75% dos novos códigos dos seus produtos são gerados por inteligência artificial e revisados por engenheiros humanos. Em conjunto com essa mudança, o ritmo de integração aumentou: no quarto trimestre de 2025, o índice havia sido de 50%.
A declaração ocorreu durante um grande evento da empresa voltado a IA, realizado em 22 de abril de 2026. Na ocasião, o Google também anunciou a presença de dois novos chips para treinamento de modelos e inferência, além da confirmação de uma nova Siri ainda para 2026, fruto da parceria com a Apple.
IA na prática da engenharia
Segundo a reportagem da Business Insider, a estratégia é usar os modelos Gemini para geração de código, com metas específicas para uso da tecnologia que entram na avaliação de desempenho deste ano. No DeepMind, o uso de Claude Code já foi autorizado em alguns casos, gerando desconforto interno.
Conforme o Google explica, houve avanços práticos: uma migração de código particularmente complexa foi concluída por agentes e engenheiros em conjunto, com tempo seis vezes menor do que o registrado há um ano apenas com engenheiros. Sundar Pichai, CEO, destaca esse ganho de eficiência.
Panorama do setor
Em paralelo, outros gigantes da tecnologia também investem no recurso: a Microsoft informou, em abril de 2025, que entre 20% e 30% dos códigos de alguns projetos são escritos com IA, e o CTO Kevin Scott projeta que 95% da programação seja feita com IA nos próximos cinco anos. A Meta traça metas de adoção: 55% das alterações com IA, chegando a 65% de engenheiros usando IA em 75% do código até o segundo semestre de 2026, além de prever um clone de IA do CEO Mark Zuckerberg para feedback interno. Fonte: Business Insider.
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