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Na era da IA, máquinas ganham poder de decisão

IA avança para decisões no mundo físico, com robôs, drones e veículos autônomos ganhando espaço nas operações

Humanoides, quadrúpedes, máquinas especializadas, drones, carros autônomos: um admirável mundo novo (Imagem gerada por IA com fotos Getty Images;/Getty Images)
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  • A inteligência artificial avança para o mundo físico, com máquinas que aprendem, decidem e agem sozinhas, em robôs industriais, humanoides, quadrúpedes, drones e veículos autônomos.
  • A reportagem de capa, “A era dos robôs”, mostra que o que era ficção está se tornando realidade e impacta empresas e pessoas.
  • Exemplos de ponta incluem o MRV, com Rubens Menin à frente, e o Banco Inter, que criou o Inter Science para pesquisar IA, blockchain e computação quântica; a automação também avança no Bradesco na área de saúde.
  • A automação ganha espaço em cirurgias robóticas e em centros de diagnóstico, integrando a estratégia de redução de custos.
  • O texto reforça a importância de seguir as Leis da Robótica de Isaac Asimov, especialmente a norma de que robôs não podem prejudicar a humanidade.

Na era da inteligência artificial, máquinas ganham poder de decisão e ampliam sua presença no cotidiano, sobretudo nos negócios. A transformação avança rapidamente ao transitar da pesquisa de dados para ações no mundo físico, com robôs, drones e veículos autônomos ganhando papel estratégico. A narrativa não se restringe à ficção: hoje, sistemas aprendem, decidem e atuam com autonomias cada vez maiores.

A reportagem de capa da publicação analisa esse movimento, destacando como a IA deixa de ser apenas ferramenta e passa a influenciar operações, produção e serviços. O avanço envolve desde robôs industriais até máquinas humanoides, passando por plataformas de automação que operam sem intervenção humana constante.

Contexto tecnológico

O tema é acompanhado pela indústria que lidera o investimento em inovação. Empresas de ponta utilizam IA, blockchain e computação quântica para acelerar processos, reduzir custos e criar novos modelos de negócio. A automação é apontada como elemento central para competitividade no curto e no médio prazo.

Casos corporativos

Entre os exemplos citados, o grupo MRV é citado como referência na adoção de soluções de IA e automação. O banco Inter, que já nasceu digital, mantém o Inter Science, unidade dedicada à pesquisa em IA, blockchain e computação quântica. A saúde corporativa passa a incorporar soluções robóticas em diagnósticos e procedimentos, além de gestão interna.

A reportagem ressalta que, com a expansão da automação, cresce a importância de princípios de segurança e ética. Em particular, a observância de diretrizes sobre o papel das máquinas na proteção da humanidade é destacada como referência para o desenvolvimento responsável da tecnologia.

Publicado em abril de 2026, pela revista VEJA, na seção de Negócios, a matéria reúne análises sobre o impacto da IA no ecossistema empresarial e no cotidiano, destacando a necessidade de acompanhamento regulatório, inovação contínua e gestão de riscos.

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