- O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford (CVN-78) funciona como uma cidade flutuante, com hospital, academia e refeitórios que nunca fecham, para cerca de 4.600 pessoas a bordo.
- Mede aproximadamente 337 metros de comprimento, 78 metros de largura e desloca cerca de 100.000 toneladas, podendo carregar até 90 aeronaves.
- O custo de construção foi US$ 13,3 bilhões, equivalente a cerca de R$ 75 bilhões na cotação de 2026, sendo considerado o navio mais caro já construído.
- Transporta uma asa de até 75 aeronaves, configurável até 90, incluindo F/A-18 Super Hornet, E-2D Hawkeye e MQ-25 Stingray; utiliza catapultas eletromagnéticas (EMALS), que lançam uma aeronave a cada 25 segundos.
- É movido por dois reatores nucleares A1B, com autonomia de até 25 anos sem recarga de combustível e velocidade superior a 30 nós (55 km/h).
O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford (CVN-78) funciona como uma cidade flutuante, com hospital, academia e refeitórios abertos 24 horas. O navio opera no oceano desde 2017, levando até 90 aeronaves e desempenho de alto escalão.
O Ford tem deslocamento próximo a 100.000 toneladas e mede 337 metros de comprimento por 78 metros de largura. Custa cerca de US$ 13,3 bilhões, o equivalente a R$ 75 bilhões na cotação de 2026, com ampliação de custos sobre o estimado inicialmente.
Ele pode carregar até 75 aeronaves em operação, com configuração que chega a 90 unidades. Entre as peças aéreas estão caças F/A-18, E-2D Hawkeye e drones MQ-25 Stingray, fortalecendo vigilância e reabastecimento em missão.
A propulsão fica a cargo de dois reatores nucleares A1B, que permitem manter velocidade superior a 30 nós (aproximadamente 55 km/h) sem recarga de combustível por décadas. A autonomia de operação é maior em comparação com navios convencionais.
O sistema de lançamento usa catapultas eletromagnéticas EMALS, substituindo o vapor. Segundo a marinha, isso reduz desgaste e aumenta a precisão na alçada de aeronaves a cada lançamento de cerca de 25 segundos.
Infraestrutura a bordo
Com cerca de 4.600 pessoas a bordo, o Gerald R. Ford abriga serviços para sustentar a vida da tripulação. Refeitórios operam em turnos, gerando até 18.000 refeições diárias. O navio possui hospital completo com UTI, salas de cirurgia e dentista.
A área de lazer recebeu melhorias, com academias maior e mais espaços de convivência. Também há lavanderia industrial, serviços de beleza, lojas e funções bancárias, simulando uma base terrestre de tamanho médio.
Contexto e comparação
O Ford inaugura a classe Gerald Ford, trazendo avanços frente à geração Nimitz. Entre as diferenças estão o maior uso de tecnologia EMALS, reatores mais eficientes e redução da tripulação para cerca de 4.600 pessoas.
A construção do navio é vista por especialistas como o ápice da engenharia naval moderna, representando uma aposta estratégica para a Marinha dos EUA. O custo total é considerado um dos mais altos já gastos em uma única embarcação.
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