- Filha de Maíra Cardi, Eloah, de seis meses, está internada nos Estados Unidos com bronquiolite, infecção viral das vias aéreas.
- A bronquiolite atinge bronquíolos, causa chiado no peito e dificuldade respiratória, e pode evoluir rapidamente em bebês.
- Sinais iniciais costumam lembrar resfriado (coriza, espirros, febre leve); a doença pode evoluir para respiração mais rápida, esforço respiratório e tosse persistente.
- O vírus sincicial respiratório (VSR) é a principal causa da bronquiolite e é altamente contagioso.
- O SUS oferece vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana (Abrysvo) e utiliza o anticorpo nirsevimabe para prematuros e crianças com comorbidades.
Maíra Cardi, de 42 anos, pediu apoio aos seguidores para a filha Eloah, de seis meses, que está internada nos Estados Unidos após diagnóstico de bronquiolite. A influenciadora publicou nas redes sociais, mencionando estar longe da família, do Brasil e dos médicos de confiança.
Segundo o relato da mãe, Eloah recebeu o diagnóstico por meio de exame realizado no hospital. A menina permanece sob observação médica, com tratamento direcionado à sua política clínica no contexto de uma infecção respiratória aguda.
A bronquiolite é uma das doenças respiratórias mais comuns na infância. Em bebês, as vias aéreas são estreitas, o que facilita a dificuldade para respirar quando há inflamação dos bronquíolos.
O que é bronquiolite
A infecção atinge os bronquíolos, pequenas vias que conduzem ar até os alvéolos. A inflamação pode provocar chiado no peito e desconforto respiratório, especialmente em pacientes muito jovens.
Os sinais iniciais costumam lembrar um resfriado: coriza, espirros, febre e tosse. Com a evolução, surgem respiração rápida, esforço para respirar e piora do chiado, além de tosse persistente que atrapalha sono e alimentação.
Causas e fatores de risco
A principal causa é viral, com o vírus sincicial respiratório (VSR) sendo o agente mais comum. O vírus é altamente contagioso e se dissemina rapidamente, especialmente em ambientes com circulação de muitas pessoas.
É importante ficar atento a qualquer sinal de dificuldade respiratória. O acompanhamento médico é essencial para evitar complicações e assegurar a recuperação da criança.
Tratamento e orientação
A doença costuma exigir avaliação médica contínua, com monitoramento de sinais vitais e apoio respiratório conforme necessário. Em muitos casos, a evolução é leve, mas bebês pequenos podem exigir maior cuidado.
Vacina e prevenção
O SUS oferece gratuitamente a vacina contra VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gestação, por meio da Abrysvo, visando transferência de anticorpos para o bebê. Também foi incorporado o uso do anticorpo nirsevimabe para prematuros e crianças com comorbidades.
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