- A cada vinte e cinco anos de vida, uma pessoa percorre em média cerca de quarenta mil quilômetros, destacando a importância de cuidar dos pés para a saúde geral.
- Os principais fatores de risco para problemas no pé são traumas domésticos, lesões esportivas e acidentes de trânsito, com desgaste natural das articulações ao longo do tempo.
- Calçados inadequados aparecem como grande vilão; escolher sapatos estáveis com bom amortecimento é essencial para absorver impactos e manter a marcha estável.
- Além do calçado, o uso de palmilhas e órteses ajuda a corrigir o alinhamento, e a prática de exercícios de propriocepção, controle de peso e cuidado com quedas em casa também são importantes.
- O diabetes, que afeta 12,9% da população, aumenta o risco do pé diabético; o controle da doença é crucial, e tecnologias cirúrgicas como placas anatômicas (ex.: Neofix Pé) têm oferecido cirurgias mais precisas e recuperação da autonomia.
A cada 25 anos de vida, a média de caminhada de uma pessoa chega a 40 mil quilômetros, equivalente a uma volta ao redor do mundo. Esse dado reforça a necessidade de cuidados com os pés e membros inferiores para evitar lesões que impactem o bem-estar geral. O ortopedista José Antônio Veiga Sanhudo destaca fatores de risco comuns: traumas domésticos, lesões esportivas e acidentes de trânsito.
Entre as principais causas de problemas na região, o desgaste natural das articulações aparece pelo impacto repetido das caminhadas ao longo do tempo. O especialista, que também atua no desenvolvimento de dispositivos médicos, afirma que o uso de calçados inadequados é um vilão para a saúde ortopédica, podendo provocar dores nas pernas e na coluna.
Para prevenir, a escolha de sapatos com estabilidade e boa absorção de impacto é essencial. O ajuste correto evita bolhas e calos e aumenta a segurança ao caminhar. Em esportes, o uso de palmilhas e órteses pode corrigir o alinhamento, aliado ao controle de peso e a exercícios de propriocepção para reduzir entorses.
No ambiente doméstico, atenção a escadas e banheiros é determinante. Barras de apoio e iluminação adequada reduzem o risco de quedas graves. O aumento da prática de atividades físicas em São Paulo elevou o número de lesões, segundo o ortopedista, que recomenda calibrar calçados ao esporte praticado.
O avanço da diabetes no Brasil, que atinge 12,9% da população, aumenta o risco de pé diabético associado a perda de sensibilidade. O médico enfatiza o controle adequado da doença para minimizar complicações graves. Pessoas com desordens debilitantes podem se beneficiar de novas tecnologias.
Novas tecnologias ajudam na recuperação. Sistemas de placas anatômicas, como o Neofix Pé, permitem cirurgias mais precisas e restauram a autonomia do paciente. Segundo Sanhudo, o restabelecimento de mobilidade em deformidades severas é facilitado por implantes de qualidade.
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