- Fruta nativa da Mata Atlântica, a guabiroba apresenta alto teor de compostos fenólicos nos frutos e nas folhas, como flavonoides, com potencial antioxidante e efeito anti-inflamatório.
- Em testes com extratos da fruta e das folhas, cães mostraram melhora no controle de açúcar no sangue e redução do colesterol total.
- Os pesquisadores destacam o papel da biodiversidade da Mata Atlântica para a saúde metabólica, mas estudos em humanos ainda são necessários.
- A fruta é rica em vitamina C e minerais como potássio, além de carotenoides que conferem a cor amarela e oferecem antioxidantes adicionais.
- Existem variações: Campomanesia xanthocarpa, encontrada principalmente no Sul e Sudeste, e Campomanesia adamantium, conhecida como guavira, comum no Cerrado; os frutos são doces e usados in natura, geleias, sucos e molhos.
Uma fruta nativa da Mata Atlântica, da mesma família da goiaba, tem ganhado destaque em pesquisas. Cientistas da Universidade do Estado de Santa Catarina estudaram a guabiroba e encontraram alto teor de compostos fenólicos, como flavonoides, no fruto e nas folhas.
Em testes laboratoriais com cães, biscoitos enriquecidos com extratos da guabiroba mostraram melhoria no controle glicêmico e redução do colesterol total. Os resultados reforçam o potencial metabólico da biodiversidade brasileira, mas ainda não são aplicáveis a humanos.
Além dos fenólicos, a fruta oferece vitamina C, potássio e carotenoides, conforme análises da Embrapa Florestas. Esses componentes ajudam na imunidade e têm propriedades antioxidantes.
Existem variações da guabiroba. Campomanesia xanthocarpa predomina no Sul e Sudeste, enquanto Campomanesia adamantium, chamada guavira, é comum no Cerrado. Ambas produzem frutos doces, consumidos frescos ou em geleias, sucos e molhos.
Observa-se ainda a existência de outras espécies com nomes semelhantes na região. Syagrus oleracea, apesar do apelido semelhante, é uma palmeira que rende palmito e itens para preparações tradicionais.
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