- A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu mais de setenta mil doses de anabolizantes e remédios controlados em Belo Horizonte, durante operação realizada na manhã desta quinta-feira, 30 de abril.
- A apreensão inclui mais de sessenta mil ampolas e frascos e dez mil comprimidos, contrabandeados e rotulados nos galpões da organização.
- Os produtos eram vendidos em lojas de suplementos e pela internet, a preços baixos, mirando atletas e pessoas que buscam melhorar o desempenho físico ou a aparência.
- Dois suspeitos foram presos e encaminhados à delegacia; as investigações seguem para identificar outros envolvidos e a origem dos itens.
- A operação contou com apoio do Ministério Público de Minas Gerais e do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais; há risco à saúde devido a substâncias proibidas ou em doses acima do permitido.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apreendeu em Belo Horizonte mais de 70 mil doses de anabolizantes e remédios controlados. A ação ocorreu na manhã desta quinta-feira (30/4) e resultou na apreensão de mais de 60 mil ampolas e frascos, além de 10 mil comprimidos. A investigação aponta contrabando e rotulagem fraudulosa em galpões da organização, que vendia os produtos em lojas de suplementos e pela internet.
A operação contou com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG). Segundo as apurações, a organização atuava há pelo menos dois anos, mirando atletas e pessoas que buscavam melhorar o desempenho ou a aparência física, oferecendo preços baixos para facilitar o acesso.
Os itens apreendidos apresentavam riscos à saúde, com substâncias proibidas ou em doses acima do permitido. Embalagens e rótulos falsificados também eram usados para enganar consumidores. Dois suspeitos foram presos e encaminhados à delegacia, à disposição da Justiça. As investigações seguem para identificar outros integrantes e a origem dos produtos.
Prisões e desdobramentos
A PCMG continuará apurando a participação de demais cúmplices e a cadeia de suprimento da organizedação. A ação reforça a orientação de não adquirir medicamentos sem receita médica ou de fontes não confiáveis, devido aos riscos sanitários envolvidos.
A grandiosa apreensão destaca a atuação integrada entre a polícia, o Ministério Público e o CRF-MG para coibir irregularidades no mercado de produtos controlados. A polícia mantém o monitoramento de fornecedores e clientes para avançar nas investigações.
Entre na conversa da comunidade