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Anvisa aprova novo medicamento para esclerose múltipla

Anvisa aprova Briumvi para esclerose múltipla recorrente em adultos, com anticorpo monoclonal que reduz a progressão da doença.

Briumvi utiliza anticorpo monoclonal para reduzir a progressão da esclerose múltipla, doença que afeta cérebro e medula
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  • A Anvisa aprovou o medicamento Briumvi para formas recorrentes de esclerose múltipla em adultos.
  • O tratamento utiliza o anticorpo monoclonal ublituximabe para reduzir a progressão da doença.
  • A esclerose múltipla é crônica e neurodegenerativa, que compromete cérebro e medula espinhal e não tem cura; pode ser atrasada com tratamento adequado.
  • Estima-se que quase 3 milhões de pessoas no mundo e cerca de 40 mil no Brasil convivam com a doença, que afeta principalmente pessoas entre 20 e 50 anos e é mais comum em mulheres.
  • A condição resulta de uma resposta imune anormal; o Briumvi atua modulando essa resposta para reduzir os danos.

A Anvisa aprovou o remédio Briumvi para o tratamento de formas recorrentes de esclerose múltipla em adultos. O medicamento atua modulando a resposta do sistema imunológico, reduzindo a progressão da doença. A decisão foi anunciada em 24 de abril de 2026.

O ativo envolve o anticorpo monoclonal ublituximabe, proteína produzida em laboratório que atua na resposta imune associada à esclerose múltipla. A enfermidade é crônica e neurodegenerativa, com danos ao cérebro e à medula espinhal.

A esclerose múltipla é causada por uma resposta imunológica anormal que ataca as estruturas de proteção dos neurônios. Sintomas comuns incluem fadiga, fraqueza muscular, alterações de humor e dificuldades de memória. A doença atinge, em média, jovens adultos, com maior incidência em mulheres.

Sobre o medicamento

Briumvi atua em pacientes com formas recorrentes da doença, buscando atrasar o avanço clínico. A aprovação pela Anvisa abre caminho para uso hospitalar e acompanhamento médico próximo, com monitoramento de eficácia e segurança. A informação foi originalmente publicada pela Agência Brasil.

Dados e contexto

Cerca de 3 milhões de pessoas no mundo vivem com esclerose múltipla, e aproximadamente 40 mil no Brasil. A maioria dos casos ocorre entre 20 e 50 anos. Não há cura, mas há tratamentos que ajudam a retardar a progressão e melhorar a qualidade de vida. O texto deste artigo é adaptado para o Portal Tela, com base na divulgação da Agência Brasil.

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