- O Reino Unido está promovendo os Bee Bricks, tijolos que ajudam abelhas, com legislação em Brighton para edifícios que os adotem.
- O Bee Brick possui 18 cavidades na face frontal, diâmetros variados, enquanto a parte de trás é maciça para impedir a entrada de insetos no interior.
- Os tijolos são de concreto pré-moldado, feitos principalmente com material reciclado (75% resíduos de granito da indústria de caulim da Cornualha e 25% agregado de granito e cimentante).
- A proposta visa apoiar abelhas que não produzem mel e não têm rainha, contribuindo para a polinização e a saúde dos ecossistemas urbanos.
- A ideia nasce da combinação entre urbanização, perda de habitats e pesquisas conjuntas de engenheiros e biólogos que embasam o design.
O Reino Unido avança com uma iniciativa de arquitetura verde para enfrentar o declínio de polinizadores. Em Brighton, há uma lei que incentiva a instalação de Bee Bricks, tijolos específicos para abelhas, como parte de obras novas e reformas. A medida visa ampliar habitats urbanos sem depender de áreas externas.
O foco está em abelhas que não produzem mel e que não têm rainha. Esses indivíduos são considerados mais vulneráveis e, segundo fabricantes e biólogos, ajudam na polinização local. A novidade é que os tijolos passam a ser parte de edificações por exigência ou incentivo público.
O Bee Brick é um tijolo comum com 18 cavidades frontais de diâmetros variados, moldado em concreto pré-moldado. A face traseira é maciça para impedir a entrada de insetos no interior do prédio. O material utiliza principalmente resíduos reciclados.
Detalhes da implementação
A produção envolve cerca de 75% de resíduos de granito da indústria de caulim da Cornualha e 25% agregado de granito e cimento. O projeto envolve testes de engenharia e colaboração com biólogos para assegurar uso efetivo pelas abelhas.
Impacto e contexto
A medida insere soluções de microconservação na infraestrutura urbana, alinhando design, sustentabilidade e preservação de polinizadores. Autoridades locais destacam que a medida pode ampliar a oferta de corredores de habitat em áreas urbanas densas.
Perspectivas para o resto do país
Especialistas apontam que a adoção pode se espalhar a outras cidades, caso haja avaliação de resultados. Observadores ressaltam a importância de combinar infraestrutura com planejamento ambiental contínuo. O foco permanece na proteção das abelhas sem perder o objetivo de edificar de forma segura.
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