- No começo da tarde de sábado, 2 de maio, banhistas em Bertioga, litoral de São Paulo, viram uma nuvem que chamou a atenção.
- Especialistas explicam que o fenômeno está relacionado à aproximação de frentes frias e não é motivo para pânico.
- O meteorologista Guilherme Alves, da FieldPro, disse que a nuvem tem uma base alongada entre o topo, característica dessa configuração.
- A meteorologista Heloisa Pereira Nóbrega aponta que a nuvem foi causada pela passagem de uma frente fria pela costa paulista, que ficou estacionada na região do Rio de Janeiro.
- Após a passagem da frente, uma área de alta pressão manteve ventos do mar para o continente, mantendo o ar bem úmido.
Uma nuvem de aspecto “apocalíptico” assustou banhistas na tarde deste sábado (2/5) em Bertioga, litoral de São Paulo. O fenômeno ocorreu durante a passagem de frentes frias pela região, sem representar perigo imediato.
Especialistas explicam que esse tipo de nuvem é comum no Brasil e costuma se formar com deslocamentos de frentes frias. Ela apresenta uma base alongada entre o topo, característica que a distingue de outras formações como o nuvem-rolô, ligada a mudanças de direção dos ventos.
A explicação, segundo a meteorologista Heloisa Pereira Nóbrega, é que a frente fria passou pela costa paulista e estacionou próximo ao Rio de Janeiro. A seguir, uma área de alta pressão manteve ventos do mar para o continente, trazendo ar úmido para a região.
Causa e contexto
Acompanharam o episódio informações de que a frente fria, ao se aproximar, favoreceu a formação da nuvem. Com a continuidade de ventos úmidos e relativamente estáveis, não houve registro de incidentes ou danos até o momento. Especialistas reforçam que o fenômeno não indica tempestade iminente.
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