- Um estudo apoiado pela Universidade de Gloucestershire vai avaliar a segurança da compostagem de cocô de cachorro e se pode ser usado para cultivar flores e vegetais, com início previsto para o outono.
- A conselheira do Stroud District, Gill Thomas, coleta mais de 750 sacos de cocô de cachorro desde setembro para compostagem em casa, usando vermicompostagem.
- Thomas já começou a usar parte do composto para cultivar abóboras e girassóis.
- O estudo vai comparar técnicas de compostagem a frio e a quente e verificar se o produto final é seguro para uso, buscando eliminar patógenos.
- Uma empresa de creche de cães fornecerá o cocô para a pesquisa.
A study with dog poo compost will be assessed for safety after a councillor’s personal experiment. The trial is led by the University of Gloucestershire, following a local initiative in Stroud District.
Councillor Gill Thomas, que não tem cão, recolheu mais de 750 sacos de fezes caninas desde setembro e transformou o material em composto doméstico usando um minhocário. O objetivo é avaliar se o processo é seguro para cultivo.
A universidade iniciará o estudo no outono, comparando técnicas de compostagem a frio e a quente. O foco principal é garantir que o composto resultante esteja livre de patógenos.
Estudo universitário
A equipe científica, liderada pelo Dr. Richard Cook, pretende testar rigorosamente o material para checar presença de patógenos, resistência a antibióticos, resíduos de medicamentos veterinários e microplásticos de sacos.
A cooperação envolve uma empresa de creche para cães, que fornecerá o material usado na pesquisa. A iniciativa busca definir se o composto pode ser usado para plantar flores e hortaliças com segurança.
Perspectivas e impactos
Especialistas consultados destacaram a falta de dados sobre a compostagem de fezes caninas e as dificuldades de garantir segurança sanitária. Alguns estudos norte-americanos sugerem resultados variados conforme o método empregado.
Thomas afirma que, se os resultados forem positivos, pode haver projetos comunitários de compostagem e mudanças na gestão de resíduos caninos. A pesquisadora Alice Judge ressalta que ainda há incertezas sobre resíduos de microplásticos.
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