- Mais de 95% do tráfego internacional de dados passa por cabos submarinos de fibra óptica que conectam continentes.
- Quando um cabo falha na costa da África, bancos, empresas e usuários podem sofrer interrupções rápidas; o navio Léon Thévenin é chamado em emergências.
- Léon Thévenin é um navio de 107 metros, em operação pela Orange Marine, ativo há mais de quatro décadas.
- O navio conta com posicionamento dinâmico, robôs subaquáticos, guindastes especializados e uma tripulação de cerca de 60 pessoas.
- Ele realiza reparos de cabos entre Gana e Madagascar, mantendo a conectividade de grande parte do continente.
O tráfego mundial de dados depende de cabos submarinos de fibra óptica que ligam continentes. Segundo a TeleGeography, mais de 95% das comunicações internacionais passam por esses sistemas, incluindo chamadas, vídeos e transações financeiras.
Quando um cabo rompe na costa da África, milhões de usuários percebem rapidamente a interrupção. Bancos, plataformas digitais e serviços públicos podem sofrer impactos antes de qualquer reparo ser concluído.
O navio francês Léon Thévenin atua há mais de quatro décadas na reparação de cabos submarinos. Com 107 metros, opera pela Orange Marine, sua subsidiária, e utiliza equipamentos avançados para manter posição estável em alto-mar durante as operações.
O Léon Thévenin já desempenhou um papel importante em reparos entre Gana e Madagascar. A tripulação é composta por cerca de 60 profissionais com robôs subaquáticos, guindastes especializados e demais ferramentas para trabalhos em água aberta.
Em caso de falha crítica próximo à África, não há muitas opções além do reparo do Léon Thévenin ou de outras embarcações especializadas. A continuidade da conectividade depende da disponibilidade e do funcionamento adequado dessas intervenções.
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